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Dead Souls (1842)

de Nikolai Gogol

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7,709106835 (3.95)1 / 320
Few literary works have been so variously interpreted as Nikolai Gogol's enduring comic masterpiece, Dead Souls.

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Although I looked at the rating here on Gooreads, I did not read reviews of this book before reading it so had no idea what to expect. First, I was pleasantly surprised at the humor. I am not a fan of Russian writers, so I'm not sure why I was compelled to read this. Second, I had no idea it was unfinished, so was disappointed that so much was missing. Nevertheless, I was glad to have read it and will probably try more of his stuff. ( )
  GiGiGo | Feb 5, 2021 |
Not what I was expecting but that's more than okay. Knowing nothing of Dead Souls or Gogol, stepping into the book was somewhat of a shock. Not at all what I was expecting. I think I expected something in the vein of Dostoevsky, serious and cerebral. Dead Souls is not that, but remains an excellent novel. The prose is superb and the characters are presented rich in detail and fascinating to meet.
My edition of the book included the never-finished second part. In many respects that made the read both more confusing and more thought provoking. We don't get a full presentation of the themes and characters. Yet, as a result, the book thus begs discussion and analysis.
Entertaining and well written. Not something to be missed for those who enjoy fine literary craftsmanship. ( )
  colligan | Feb 5, 2021 |
  David.llib.cat | Feb 5, 2021 |
My introduction to Gogol. After reading on the net how corporate life insurance was called "dead peasant's insurance" and why, I had to read this book. Selling and buying dead peasants? I was intrigued.

And amused! This book is very witty, very funny, and very insightful. It seems to me that Gogol is poking fun at the aristocrats in Russia as they are over-the-top caricatures. Social satire perhaps? I realize entire books have been written to dissect this book so I'm not going to dwell on that. I loved the writing style. When Chichikov falls asleep in his carriage, the author lets us know he finally has time to tell us of his background and early life. There are times when the author lets us hear snatches of interesting conversation, only to pull back and tell us that we surely are not interested in that and we must go back to the main story.

At the same time I was laughing, I was disturbed by the idea of people being bought and sold. I know it is a historical fact, but reading about it in this book made it seem real. The hero of the story, Chichikov, buys dead souls that are still on a landowner's census, thereby relieving the landowner of having to pay taxes on them, with the hope of eventually mortgaging them to a bank at some future date.

Chichikov, what a scammer, what a con man! You almost like him. Almost, but not quite. However he tries to make himself agreeable, as the reader, you see there is something about him that is not quite agreeable, not quite right.

And then - the end of volume 2! It doesn't end! Volume 1 is complete and was published and became well liked. Gogol then tried to write volume 2 and wrap up the story/poem of Chichikov and then burned the manuscript days before his death. Sigh. Sigh. Still, enough has survived of the second volume that you can tell a little of what happened to Chichikov but that was very disappointing.

( )
  Chica3000 | Dec 11, 2020 |
A dissenting opinion: this is a very influential book, but, in this translation at least (i.e., P & V), not a particularly good one. The occasional flashes of descriptive brilliance are buried in many pages of dull over-description; the conceit is never worked out (because it's unfinished); the form is painful (...then Chichikov went to visit this character sketch; then Chichikov went to visit this character sketch; then Chich...). Are the character sketches good? Yes. Is the conceit glorious? Absolutely. But that's about it. ( )
  stillatim | Oct 23, 2020 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Gogol, Nikolaiautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Eliasberg, AlexanderTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Güell, Josep MariaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hapgood, Isabel FlorenceTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hogarth, D.J.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kalima, JaloTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Laín Entralgo, JoséEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
MacAndrew, Andrew R.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Magarshack, DavidTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Maguire, RobertTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Matic, PeterNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Noordzij, GerritDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
O'Connor, FrankPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Odets, CliffordIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pevear, RichardIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pevear, RichardTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Praag, S. vanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Prina, SerenaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Prins, AaiTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rayfield, DonaldIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rayfield, DonaldTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Röhl, HermannTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Skott, StaffanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Timmer, Charles B.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Volokhonsky, LarissaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Wal, Theo J. van derTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Primeiras palavras
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A small, rather smart, well-sprung four-wheeled carriage with a folding top drove through the gates of an inn of the provincial town of N.; it was the sort of carriage bachelors usually drive in: retired lieutenant-colonels, majors, and landowners with about a hundred serfs - in short, all those who are described as gentlemen of the 'middling' station of life.
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Frac neri spuntavano e vagolavano isolati e a gruppetti qua e là, come vagolano le mosche su un bianco, brillante pan di zucchero al tempo dell'ardente solleone, quando la vecchia dispensiera lo spezza e lo spartisce in tanti blocchetti, che scintillano davanti alla finestra spalancata: i bambini stanno tutti a guardare, raggruppati intorno, seguendo curiosi i movimenti di quelle mani dure, che sollevano il martello; e intanto gli aerei squadroni delle mosche, innalzandosi sulla lieve brezza, entrano a volo sicuri, da padroni assoluti, e approfittando della vista corta della vecchia e del sole che la abbaglia, si spandono sui ghiotti bocconi, dove alla spicciolata, dove in folti gruppi. Ben satollate dalla ricca estate, che ad ogni passo ammannisce loro cibi altrettanto ghiotti, esse son volate qui dentro non già per mangiare, ma soltanto per far bella mostra di sé, per passeggiarsela avanti e indietro in quella massa zuccherina, strofinarsi una coll'altra le gambette davanti o quelle di dietro, o grattarsi sotto le alucce, o protendendo bene tutt'e due le zampette davanti, strofinarsele sopra la testa, e rigirarsi indietro, e di nuovo volar via, e di nuovo tornare a volo con altri petulanti squadroni.
È noto che vi sono al mondo molti di codesti visi, per rifinire i quali la natura non è andata tanto pel sottile, non ha adoprato nessuno strumento delicato, come sarebbero lime, succhielli e via dicendo: ha, semplicemente, menato giù colpi di tutta forza: ha dato giù coll'accetta una volta – ecco fatto il naso; ha dato giù un'altra volta – ecco fatte le labbra; con una trivella grossa s'è sbrigata degli occhi: e, senza piallare il suo lavoro, l'ha mandato pel mondo, dicendo: «Vivrà!»
Tante cose vengono in mente, così passeggiando, all'uomo, cose che tanto spesso strappano l'uomo al noioso minuto attuale, e pizzicano, irritano, smuovono la fantasia, e gli riescono care anche quando è convinto lui stesso che non si avvereranno mai!
Ciascuno di noi, vedete, approfitta di qualche cosa: questo d'un bosco demaniale, quello dei denari dell'ufficio, quell'altro sottrae ai propri figli per non so quale attrice di passaggio, quell'altro ai contadini per i mobili di Hambs o per una carrozza. Che ci volete fare, se hanno inventato tante tentazioni a questo mondo? Ristoranti di lusso con prezzi folli, e veglioni, e gite, e danze colle zigane. È difficile, sapete, resistere, mentre tutti, dovunque ti guardi attorno, fanno appunto così, eppoi è la moda che lo comanda: provati un po' a resistere!
… è venuto per noi il momento di salvare il nostro paese; che perirà, il paese nostro, non più per l'irruzione di venti popoli stranieri, ma per opera di noi stessi; che ormai, accanto alla legale amministrazione della cosa pubblica, è venuta a formarsi una seconda amministrazione, assai più potente di quella legale. È venuto a stabilirvisi un regolamento proprio, tutto ha la sua tariffa, e i prezzi sono portati a conoscenza del pubblico. E nessun reggitore di stato, fosse pure il più sapiente di tutti i legislatori e reggitori, non avrà il potere di correggere il male, per quanto si affanni a limitarne l'esplicazione da parte dei cattivi impiegati, imponendo a costoro la sorveglianza d'altri impiegati. Tutto sarà vano, finché ciascuno di noi non avrà sentito che allo stesso modo in cui all'epoca dell'insurrezione dei popoli afferrò le armi contro…, così ha il dovere d'insorgere contro la disonestà.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

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