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Man's Search for Meaning (1946)

de Viktor E. Frankl

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In this work, a Viennese psychiatrist tells his grim experiences in a German concentration camp which led him to logotherapy, an existential method of psychiatry. This work has riveted generations of readers with its descriptions of life in Nazi death camps and its lessons for spiritual survival. Between 1942 and 1945 the author, a psychiatrist labored in four different camps, including Auschwitz, while his parents, brother, and pregnant wife perished. Based on his own experience and the stories of his many patients, he argues that we cannot avoid suffering but we can choose how to cope with it, find meaning in it, and move forward with renewed purpose. His theory, known as logotherapy, from the Greek word logos (meaning), holds that our primary drive in life is not pleasure, as Freud maintained, but the discovery and pursuit of what we personally find meaningful.… (mais)
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El hombre en busca de sentido es el estremecedor relato en el que Viktor Frankl nos narra su experiencia en los campos de concentración.

Durante todos esos años de sufrimiento, sintió en su propio ser lo que significaba una existencia desnuda, absolutamente desprovista de todo, salvo de la existencia misma. Él, que todo lo había perdido, que padeció hambre, frío y brutalidades, que tantas veces estuvo a punto de ser ejecutado, pudo reconocer que, pese a todo, la vida es digna de ser vivida y que la libertad interior y la dignidad humana son indestructibles. En su condición de psiquiatra y prisionero, Frankl reflexiona con palabras de sorprendente esperanza sobre la capacidad humana de trascender las dificultades y descubrir una verdad profunda que nos orienta y da sentido a nuestras vidas.

La logoterapia, método psicoterapéutico creado por el propio Frankl, se centra precisamente en el sentido de la existencia y en la búsqueda de ese sentido por parte del hombre, que asume la responsabilidad ante sí mismo, ante los demás y ante la vida. ¿Qué espera la vida de nosotros?

El hombre en busca de sentido es mucho más que el testimonio de un psiquiatra sobre los hechos y los acontecimientos vividos en un campo de concentración, es una lección existencial. Traducido a medio centenar de idiomas, se han vendido millones de ejemplares en todo el mundo. Según la Library of Congress de Washington, es uno de los diez libros de mayor influencia en Estados Unidos.

La logoterapia, no es pesimista sino activista. El pesimista se parece al hombre que día a día, arranca la hoja del almanaque y observa, con miedo y tristeza, cómo se reduce según transcurre el tiempo. La persona activa también arranca las hojas, día a día, pero las va guardando después de escribir una notas al dorso. Así conserva, con orgullo y goce, la riqueza que atesoran esas notas, escritas a lo largo de una vida vivida intensamente. ¿Para qué quiere saber que está envejeciendo?¿Por qué tiene que sentir nostalgia de la juventud perdida?¿Por qué ha de envidiar a los jóvenes?¿Por sus posibilidades de futuro que les espera? "No, en lugar de posibilidades por hacer yo cuento con realidades de mi pasado: mis trabajos, los amores sentidos y regalados, los sufrimientos aceptados con valor".
El hombre no está completamente condicionado y determinado; al contrario, él decide si cede ante las circunstancias o se enfrenta a ellas. El hombre se determina a sí mismo, no se limita a existir, sino que decide cómo será su existencia, en que se convertirá en el próximo minuto.
Por esta misma razón, todo ser humano posee la libertad de cambiar en cada instante. Uno de los rasgos principales de la existencia humana es, precisamente, la capacidad de elevarse por encima de las condiciones biológicas, psicológicas o sociológicas y trascenderlas.
El ser humano no es un objeto más entre otros; las cosas se determinan unas a otras, pero el hombre, en última instancia, es su propio determinante. Lo que alcance a ser, tiene que construirlo él mismo. En los campos de concentración, en aquel laboratorio vivo, en aquel banco de pruebas, observamos y fuimos testigos de la actitud de nuestros compañeros: mientras unos se comportaron como cerdos, otros lo hicieron como santos. El hombre goza de ambas potencialidades. De sus decisiones, y no tanto de las condiciones, depende cuál de las dos sale a la luz. ( )
  joanra21 | Feb 17, 2021 |
The single best answer to one of the most fundamental questions deeply rooted within each of us. ( )
  apsistech | Jan 12, 2021 |
12,90 ( )
  MRMP | Jan 9, 2021 |
12,90 ( )
  MRMP | Jan 9, 2021 |
Still giving this five stars. Of course. ( )
  Marianne_Malkaniemi | Jan 3, 2021 |
Mostrando 1-5 de 227 (seguinte | mostrar todas)

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Frankl, Viktor E.Autorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Bacon, Clifford J.Traductionautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Drolet, LouiseTraductionautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Kushner, Harold S.Prefácioautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Lasch, IlseTradutorautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Stegmaier, Anna-MariaPostfaceautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Winslade, William J.Posfácioautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Allport, Gordon WPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Aveline, Carlos C.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Šuvajevs, IgorsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Åkerberg, Hans, professorPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Benigno Freire, JoséEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Edgardh, MargaretaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Eitinger, LeoPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Herrera, GabrielTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Herrero-Velarde, Gabriel InsaustiTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hygen, Johan B.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Insausti Herrero-Velarde, GabrielTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kalmar, JanosFotógrafoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kopplhuber, ChristineTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Marcel, GabrielPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Martínez, FrancescaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
McDonald, Alonzo L.Prefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Metspalu, PiretTÕlkija.autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pearson, BrigidDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pisano, HelenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vance, SimonNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Epígrafe
Dedicatória
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To the memory of my mother
Primeiras palavras
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This book does not claim to be an account of facts and events but of personal experiences, experiences which millions of prisoners have suffered time and again.
Citações
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He who has a Why to live for can bear almost any How
Life is not primarily a quest for pleasure, as Freud believed, or a quest for power, as Alfred Adler taught, but a quest for meaning.
Man's inner strangth may raise him about his outward fate
Forces beyond your control can take away everything you possess except one thing, your freedom to choose how you will respond to the situation. You cannot control what happens to you in life, but you can always control what you feel and do about what happens to you.
Life is meaningful and that we must learn to see life as meaningful despite our circumstances.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

In this work, a Viennese psychiatrist tells his grim experiences in a German concentration camp which led him to logotherapy, an existential method of psychiatry. This work has riveted generations of readers with its descriptions of life in Nazi death camps and its lessons for spiritual survival. Between 1942 and 1945 the author, a psychiatrist labored in four different camps, including Auschwitz, while his parents, brother, and pregnant wife perished. Based on his own experience and the stories of his many patients, he argues that we cannot avoid suffering but we can choose how to cope with it, find meaning in it, and move forward with renewed purpose. His theory, known as logotherapy, from the Greek word logos (meaning), holds that our primary drive in life is not pleasure, as Freud maintained, but the discovery and pursuit of what we personally find meaningful.

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