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Lolita de Vladimir Nabokov
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Lolita (original: 1955; edição: 1995)

de Vladimir Nabokov

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
32,05555984 (4.07)1 / 1168
(Book Jacket Status: Jacketed)When it was published in 1955, "Lolita" immediately became a cause célèbre because of the freedom and sophistication with which it handled the unusual erotic predilections of its protagonist. But Vladimir Nabokov's wise, ironic, elegant masterpiece owes its stature as one of the twentieth century's novels of record not to the controversy its material aroused but to its author's use of that material to tell a love story almost shocking in its beauty and tenderness. Awe and exhilaration-along with heartbreak and mordant wit-abound in this account of the aging Humbert Humbert's obsessive, devouring, and doomed passion for the nymphet Dolores Haze. Lolita is also the story of a hypercivilized European colliding with the cheerful barbarism of postwar America, but most of all, it is a meditation on love-love as outrage and hallucination, madness and transformation.With an Introduction by Martin Amis "From the Hardcover edition."… (mais)
Membro:AnnKlefstad
Título:Lolita
Autores:Vladimir Nabokov
Informação:Penguin, Paperback, 331 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:*****
Etiquetas:human-pages, AK

Informações da Obra

Lolita de Vladimir Nabokov (1955)

  1. 50
    The Lover de Marguerite Duras (roby72)
  2. 51
    Memória de minhas putas tristes de Gabriel Garcia Marquez (heidialice, browner56)
    heidialice: Possibly too obvious of a recommendation? Very different takes on this central theme....
    browner56: Two different views of obsession masquerading as love; both books are so well written that you almost forget the sordid nature of the theme they share.
  3. 41
    The Talented Mr. Ripley de Patricia Highsmith (Cecrow)
    Cecrow: Another villain made sympathetic by a talented author.
  4. 30
    The Captive de Marcel Proust (caflores)
  5. 20
    The Black Prince de Iris Murdoch (Queenofcups)
    Queenofcups: I heard many echoes of Lolita in reading The Black Prince. Anyone else find this to be the case?
  6. 20
    My Dark Vanessa de Kate Elizabeth Russell (Cecrow)
    Cecrow: A contemporary retelling of Lolita, from the viewpoint of the schoolgirl.
  7. 21
    Taming the Beast de Emily Maguire (infiniteletters)
  8. 10
    The Pornographer of Vienna de Lewis Crofts (heidijane)
  9. 10
    The North China Lover de Marguerite Duras (edwinbcn)
    edwinbcn: Another story of a man with a passion for a young girl.
  10. 00
    His Monkey Wife de John Collier (SnootyBaronet)
    SnootyBaronet: Euphuistic narratives of forbidden love
  11. 00
    My Heavenly Favourite de Lucas Rijneveld (tmrps)
    tmrps: Both stories about older men who fall in love with young girls.
  12. 00
    The People in the Trees de Hanya Yanagihara (pterodactling)
  13. 00
    A Cruel God Reigns, Volume 1 de Moto Hagio (Usuário anônimo)
  14. 11
    A Portrait of the Artist as a Young Man de James Joyce (kara.shamy)
  15. 00
    The White Tiger de Aravind Adiga (mcenroeucsb)
  16. 00
    The Death of David Debrizzi de Paul Micou (KayCliff)
  17. 01
    Eve de James Hadley Chase (caflores)
  18. 01
    The Devil in the Flesh de Raymond Radiguet (SnootyBaronet)
  19. 01
    The Truth About the Harry Quebert Affair de Joël Dicker (suniru)
  20. 02
    The Sense of an Ending de Julian Barnes (kara.shamy)

(ver todas 23 recomendações)

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 2013 Category Challenge: **Lolita Group Read81 por ler / 81SqueakyChu, Fevereiro 2022

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Exibindo 4 de 4
Fascinante e socialmente problemática, a sátira de Nabokov representou um sensacional clássico cômico-erótico do século XX. Uma comédia selvagem e (ao contrário de outros livros de Nabokov) maravilhosamente legivel. Nabokov. espirituoso mas nao sarcástico em seu perverso hino ao amor proibido, expressa nuanças morais e psicológicas , e surpreendente lucidez. O subtom grotesco vibra com uma espécie de irreverência e poder de chocar ao focar a relação homem-ninfeta, ou aquela de pedófilo-vítima. ( )
  jgcorrea | Sep 12, 2022 |
Polêmico, irônico e tocante, este romance narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que inflama suas loucuras e seus desejos mais agudos. Através da voz de Humbert Humbert, o leitor nunca sabe ao certo quem é a caça, quem é o caçador. A obra-prima de Nabokov, agora em nova tradução, não é apenas uma assombrosa história de paixão e ruína. É também uma viagem de redescoberta pela América; é a exploração da linguagem e de seus matizes; é uma mostra da arte narrativa em seu auge. Na literatura contemporânea, não existe romance como Lolita.
  matheus1berto21 | Jul 15, 2021 |
CX 14
  Taddone | Nov 25, 2019 |
I've read the portuguese translation. Very good book. ( )
  georgeslacombe | Feb 24, 2014 |
Exibindo 4 de 4
Haven’t we been conditioned to feel that Lolita is sui generis, a black sheep, a bit of tasteful, indeed ‘beautiful’ erotica, and that Nabokov himself, with this particular novel, somehow got ‘carried away’? Great writers, however, never get carried away. Even pretty average writers never get carried away. People who write one novel and then go back to journalism or accountancy (‘Louder, bitch!’) – they get carried away. Lolita is more austere than rapturous, as all writing is; and I have come to see it, with increasing awe, as exactly the kind of novel that its predecessors are pointing towards...

At one point, comparing himself to Joyce, Nabokov said: ‘my English is patball to [his] champion game’. At another, he tabulated the rambling rumbles of Don Quixote as a tennis match (the Don taking it in four hard sets). And we all remember Lolita on the court, her form ‘excellent to superb’, according to her schoolmistress, but her grace ‘so sterile’, according to Humbert, ‘that she could not even win from panting me and my old fashioned lifting drive’. Now, although of course Joyce and Nabokov never met in competition, it seems to me that Nabokov was the more ‘complete’ player. Joyce appeared to be cruising about on all surfaces at once, and maddeningly indulged his trick shots on high-pressure points – his drop smash, his sidespun half-volley lob. Nabokov just went out there and did the business, all litheness, power and touch. Losing early in the French (say), Joyce would be off playing exhibitions in Casablanca with various arthritic legends, and working on his inside-out between-the-legs forehand dink; whereas Nabokov and his entourage would quit the rusty dust of Roland Garros for somewhere like Hull or Nailsea, to prepare for Wimbledon on our spurned and sodden grass.
adicionado por SnootyBaronet | editarThe Atlantic, Martin Amis
 
Massive, unflagging, moral, exqusitely shaped, enormously vital, enormously funny - Lolita iscertain of a permanent place on the very highest shelf of the world's didactic literature.
adicionado por Sylak | editarThe Spectator, Bernard Levin
 
Above all Lolita seems to me an assertion of the power of the comic spirit to wrest delight and truth from the most outlandish materials. It is one of the funniest serious novels I have ever read.
adicionado por Sylak | editarHarper's Magazine, Charles Rolo
 
A masterpiece of narrative, an incredibly penetrating psychoanalytical study and brilliantly descriptive. It has been called the most depressing and most entertaining book ever written.
adicionado por Sylak | editarKuvalehti, Heikki Brotherus
 
Vladimir Nabokov is obviously influenced by James Joyce and T.S. Eliot - he can write a pastiche of T.S. Eliot as easily as scratching his back. . . . The novel is also a nightmare of cunning and persecution mania and strikes the strangest three-fold chord of passion, desperate humour and dramatic irony.
adicionado por Sylak | editarPolitiken, Tom Kristensen
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Nabokov, Vladimirautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Amis, MartinIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Arborio Mella, GiuliaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
康雄, 大久保Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bang-Hansen, OddTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Carlsson, MariaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Coutinho, M.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Daurella, JosepTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dirda, MichaelIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hessel, HelenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Irons, JeremyNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kahane, ÉricTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kłobukowski, MichałTł.autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Mella, Giulia ArborioTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Raine, CraigPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ray, John J., Jr.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Verhoef, RienTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zimmer, Dieter E.Revisorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
正, 若島翻訳autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Está contido em

Contém

Tem a adaptação

Tem como estudo

Tem um comentário sobre o texto

Tem um guia de estudo para estudantes

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Eventos importantes
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Epígrafe
Dedicatória
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To Véra
Primeiras palavras
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Lolita, light of my life, fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta: the tip of the tongue taking a trip of three steps down the palette to tap, at three, on the teeth.
Citações
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He did not use a fountain pen which fact, as any psycho-analyst will tell you, meant that the patient was a repressed undinist.
Then I pulled out my automatic - I mean, this is the kind of fool thing a reader might suppose I did. It never even occurred to me to do it.
My father was a gentle, easy-going person, a salad of racial genes: a Swiss citizen, of mixed French and Austrian descent, with a dash of the Danube in his veins.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Please do not combine Lolita with The Annotated Lolita.
Editores da Publicação
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Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (4)

(Book Jacket Status: Jacketed)When it was published in 1955, "Lolita" immediately became a cause célèbre because of the freedom and sophistication with which it handled the unusual erotic predilections of its protagonist. But Vladimir Nabokov's wise, ironic, elegant masterpiece owes its stature as one of the twentieth century's novels of record not to the controversy its material aroused but to its author's use of that material to tell a love story almost shocking in its beauty and tenderness. Awe and exhilaration-along with heartbreak and mordant wit-abound in this account of the aging Humbert Humbert's obsessive, devouring, and doomed passion for the nymphet Dolores Haze. Lolita is also the story of a hypercivilized European colliding with the cheerful barbarism of postwar America, but most of all, it is a meditation on love-love as outrage and hallucination, madness and transformation.With an Introduction by Martin Amis "From the Hardcover edition."

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