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Capital: A Critique of Political Economy, volume I: The Process of Capitalist Production (1867)

de Karl Marx

Outros autores: Frederick Engels (Editor)

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Séries: Capital: A Critique of Political Economy (1)

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2,839295,088 (4.11)20
Perhaps one of the most infamous works of the modern world, Capital is the German treatise on political economy by Karl Marx that critically analyzes capitalism. First published in 1867 as the beginning of an ambitious but unfinished six-volume series, this work extensively attempts to expose and explain the capitalist mode of production and the class struggles embedded within it. Capital was written while Marx was exiled in England, and many of the examples he uses to illustrate private property and its social relations are derived from his time there. Ultimately, this work argues that capitalism would create a divide between wealth and well-being, and the solution was the replacement of capitalism with a system of common possession for all concerned in the means of production. Marx's work gained wide readership in a very short span of time, proving highly influential in Russia, Germany, and eventually the entire world.… (mais)
  1. 03
    Capitalism and the Historians de F. A. Hayek (Usuário anônimo)
  2. 05
    Economics in One Lesson de Henry Hazlitt (mcaution)
    mcaution: Economics is haunted by more fallacies than any other study known to man. Hazlitt intends to correct this injustice.
  3. 010
    Capitalism: The Unknown Ideal (original 1966 edition) de Ayn Rand (mcaution)
    mcaution: Proven time and again from an economic standpoint, Rand provides a much needed defense of capitalism from the philosophic.
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A Civilização Brasileira volta a editar a tradução de O CAPITAL (feita diretamente do original alemão pelo economista Reginaldo Sant’Anna). Trata-se, certamente, da obra mais importante do grande pensador, a cuja redação ele dedicou a maior parte de sua vida. É neste livro que, com plena maturidade intelectual, Marx aprofunda e sistematiza a brilhante análise crítica, já presente no Manifesto, das formas de sociabilidade que caracterizam o mundo moderno. Malgrado o impacto que teve e continua a ter, com todos os méritos, nos debates da chamada “ciência econômica”, O CAPITAL ― que não por acaso tem como subtítulo CRíTICA DA ECONOMIA POLíTICA ― não é simplesmente um livro de economia. Graças ao emprego do método dialético, que privilegia o ponto de vista da totalidade, a obra tem como objeto a reconstrução das principais determinações da vida social global dos homens. Quando, numa carta a Engels, Marx chamou o seu livro de “um todo artístico”, não fazia com isso uma simples metáfora: buscava indicar o princípio metodológico que orienta seu trabalho e que lhe possibilita atingir aquela profunda unidade sistemática de conceitos que reproduz, no plano do pensamento, a unidade do próprio ser social na riqueza explicitada e concreta de todas as suas determinações. Por isso, os conceitos que Marx elabora em O CAPITAL ― mercadoria, capital, mais-valia, lucro e juro, renda fundiária, reprodução simples e ampliada etc. ― não são simples enunciados de “fatos” econômicos: são categorias que expressam relações sociais histórico-concretas, o modo pelo qual ― numa determinada etapa de sua evolução ― os homens dominam a natureza e criam novas e cada vez mais complexas formas de sociabilidade. A “crítica” anunciada por Marx, no subtítulo de sua obra-prima, tem por objetivo dissolver dialeticamente a pretensa autonomia dos “fatos” econômicos na totalidade social onde ganham seu verdadeiro sentido. Para ele, o capital não é (ao contrário do modo como se apresenta imediatamente e é apresentado pelos seus ideólogos) uma “coisa”, um “fetiche”, um “fato natural”, mas é uma relação histórico-social entre os homens. Para demonstrar isso, Marx examina a dinâmica do capital, sua gênese histórica e suas contradições imanentes, o que lhe permite enunciar a possibilidade concreta de que o modo de produção capitalista venha a ser superado por novas e mais ricas formas de sociabilidade, às quais deu o nome de “socialismo” ou “comunismo”. A observação de Georg Lukács ― “a ortodoxia em matéria de marxismo diz respeito somente ao método” ― indica como O CAPITAL deve ser relido hoje: buscando-se nele não a veracidade positivista desta ou daquela afirmação, mas o sentido profundo do método crítico-dialético com o qual opera. Se fizermos isso, veremos que O CAPITAL continua a fornecer o mais eficiente instrumento para dissipar o véu fetichista com que os atuais teóricos do neoliberalismo e da “pós-modernidade” pretendem encobrir as novas e dramáticas contradições do capitalismo “globalizado”.
  UMADFLOR | Jun 14, 2021 |
CX07
  Taddone | Nov 19, 2019 |
Exibindo 2 de 2
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Marx, KarlAutorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Engels, FrederickEditorautor secundáriotodas as ediçõesconfirmado
Aveling, EdwardTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Fowkes, BenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hoare, QuintinGeneral editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hobsbawm, EricIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Korsch, KarlIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lipschits, I.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Livingstone, RodneyAppendix translatorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Mandel, ErnestIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Moore, SamuelTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
New Left ReviewNotesautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Salter, GeorgDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Primeiras palavras
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The wealth of those societies in which the capitalist mode of production prevails, presents itself as "an immense accumulation of commodities,"[1] its unit being a single commodity.
Citações
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In the United States of North America, every independent movement of the workers was paralysed so long as slavery disfigured a part of the Republic. Labour cannot emancipate itself in the white skin where in the black it is branded. -- Chapter 10
Capital is dead labor, which, vampire-like, lives only by sucking living labor, and lives the more, the more labor it sucks. -- Chapter 10
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico
Perhaps one of the most infamous works of the modern world, Capital is the German treatise on political economy by Karl Marx that critically analyzes capitalism. First published in 1867 as the beginning of an ambitious but unfinished six-volume series, this work extensively attempts to expose and explain the capitalist mode of production and the class struggles embedded within it. Capital was written while Marx was exiled in England, and many of the examples he uses to illustrate private property and its social relations are derived from his time there. Ultimately, this work argues that capitalism would create a divide between wealth and well-being, and the solution was the replacement of capitalism with a system of common possession for all concerned in the means of production. Marx's work gained wide readership in a very short span of time, proving highly influential in Russia, Germany, and eventually the entire world.

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