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Baudolino de Umberto Eco
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Baudolino (original: 2000; edição: 2003)

de Umberto Eco

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
6,99595970 (3.53)210
Eco returns to the Middle Ages with Baudolino - a wondrous, provocative, beguiling tale of history, myth, and invention. It is April, 1204, and Constantinople, the splendid capital of the Byzantine Empire, is being sacked and burned by the knights of the fourth Crusade. Amid the carnage and confusion, one Baudolino saves a Byzantine historian and high court official from certain death at the hands of the crusading warriors, and proceeds to tell his own fantastical story. Born a simple peasant in northern Italy, Baudolino has two major gifts - a talent for learning foreign languages and skill in telling lies. One day, when still a boy, he met a foreign commander in the woods, charming him with his quick wit and lively mind. The commander - who proves to be the emperor Frederick Barbarossa - adopts Baudolino and sends him to the university in Paris, where he makes a number of fearless, adventurous friends. Spurred on by myths and their own reveries, this merry band sets out in search of Prester John, a legendary priest-king who was said to rule over a vast kingdom in the East - a phantasmagorical land of strange creatures with eyes on their shoulders and mouths on their stomachs, of eunuchs, unicorns, and lovely maidens. As always with Eco, this abundant novel includes dazzling digressions, outrageous tricks, pages of extraordinary feeling and poetry, and vicarious reflections on our postmodern age. Baudolino is an utterly marvelous tale by the inimitable author of The Name of the Rose.… (mais)
Membro:Boomanulla
Título:Baudolino
Autores:Umberto Eco
Informação:Vintage (2003), Paperback, 512 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Baudolino de Umberto Eco (2000)

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Not my thing. ( )
  KittyCunningham | Apr 26, 2021 |
Eis aqui um belo romance sob vários pontos de vista: interessante – o encadeamento rápido e diacrónico dos acontecimentos mantém a leitura interessada; erudito – as descrições e o cuidado dos pormenores revelam o conhecimento do historiador especializado na Idade Média; narrativa – uso de estilo mais adequado à cena em desenvolvimento, sacrificando, por vezes, parece-me, a coerência da personagem Baudolino.
Excepto no último capítulo, Baudolino está sempre presente e é quase sempre narrador e actor. Quanto à acção e narrativa empregue em cada parte, a obra divide-se em 6 partes:
1- Introdução. Manuscrito de Baudolino escrito em linguagem medieval, narrando os seus primeiros 14 anos, até ser vendido pelo pai ao imperador Frederico. O autor deve ter tido muito trabalho a escrever estas páginas apenas para revelar a sua erudição, já que muito depressa elas deixam de contar para o enredo.
2- História. A gesta do imperador Frederico Barba Roxa e da Itália da segunda metade do século XII vista por um fazedor de história – Baudolino.
3- Mística. Desde a partida da Arménia ao reino do Prestes João, até ao palácio do velho da montanha e dos Assassinos e até ao regresso a Constantinopla. A estada no reino do Prestes João é muito útil para compreender as cisões, cismas e heresias do primeiro milénio do cristianismo. A reler oportunamente.
4- Policial. Após o regresso a Constantinopla a descoberta do assassino de Frederico.
5- Conclusão. O fim que Baudolino quer dar à sua história. Depois de tentar um fim místico, segundo um modelo já em desuso, opta por um fim natural no místico reino do Prestes João.
6- Moral da História. Único momento em que Baudolino não está presente. Sendo o autor um historiador, esta não podia deixar de ser uma reflexão sobre a escrita da História. Para tanto, coloca em cena um historiador coevo e um sábio. ( )
  CMBras | Apr 1, 2021 |
Extremely charming, well-written, although it doesn't quite hit the transcendent heights of Name of the Rose/Foucault's Pendulum for me. ( )
  skolastic | Feb 2, 2021 |
Ceuta - Noviembre/2001 ( )
  MOTORRINO | Dec 6, 2020 |
> Baudolino, de Umberto ECO (Trad. de l'italien parjean-Noël Schifano, Grasset, Paris, 2002, 553 p.)
Se reporter à la critique de Sylvain BREHM
In: (2002). Compte rendu de [Fiction]. Nuit blanche, (87), p. 25… ; (en ligne),
URL : https://id.erudit.org/iderudit/19152ac
  Joop-le-philosophe | Aug 23, 2020 |
Mostrando 1-5 de 95 (seguinte | mostrar todas)
It's a mystery that begins well, and ends well, too, drenched in the scholastic logic and the intricate, entertaining literary gamesmanship that is Mr. Eco's territory. The problem is that while ''Baudolino'' contains plenty of learning and imagination, it is so strenuously fanciful that it becomes tedious, like a Thanksgiving Day parade that lasts all day.
adicionado por SimoneA | editarNew York Times, Richard Bernstein (Oct 16, 2002)
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Eco, Umbertoautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Boeke, YondTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Guidall, GeorgeNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Krone, PattyTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lozano Miralles, HelenaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Parker, StephenArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Weaver, WilliamTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Dedicatória
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Emanuele
Primeiras palavras
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Rattishbon Anno Domini mense decembri mclv Cronicle of Baudolino of the fammily of Aulario.
Citações
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"Faith makes things become true."
Últimas palavras
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (3)

Eco returns to the Middle Ages with Baudolino - a wondrous, provocative, beguiling tale of history, myth, and invention. It is April, 1204, and Constantinople, the splendid capital of the Byzantine Empire, is being sacked and burned by the knights of the fourth Crusade. Amid the carnage and confusion, one Baudolino saves a Byzantine historian and high court official from certain death at the hands of the crusading warriors, and proceeds to tell his own fantastical story. Born a simple peasant in northern Italy, Baudolino has two major gifts - a talent for learning foreign languages and skill in telling lies. One day, when still a boy, he met a foreign commander in the woods, charming him with his quick wit and lively mind. The commander - who proves to be the emperor Frederick Barbarossa - adopts Baudolino and sends him to the university in Paris, where he makes a number of fearless, adventurous friends. Spurred on by myths and their own reveries, this merry band sets out in search of Prester John, a legendary priest-king who was said to rule over a vast kingdom in the East - a phantasmagorical land of strange creatures with eyes on their shoulders and mouths on their stomachs, of eunuchs, unicorns, and lovely maidens. As always with Eco, this abundant novel includes dazzling digressions, outrageous tricks, pages of extraordinary feeling and poetry, and vicarious reflections on our postmodern age. Baudolino is an utterly marvelous tale by the inimitable author of The Name of the Rose.

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