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Wave without a Shore de C. J. Cherryh
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Wave without a Shore (original: 1981; edição: 1981)

de C. J. Cherryh

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
375952,197 (3.46)43
C. J. Cherryh planned to write since the age of ten. When she was older, she learned to use a type writer while triple-majoring in Classics, Latin and Greek. At 33, she signed over her first three books to DAW and has worked with DAW ever since. She can be found at cherryh.com.
Membro:brysmi
Título:Wave without a Shore
Autores:C. J. Cherryh
Informação:DAW (1981), Paperback, 1 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Wave without a Shore de C. J. Cherryh (1981)

  1. 10
    The City & The City de China Miéville (reading_fox)
    reading_fox: Covers the same ground regarding visualising concepts.
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Mostrando 1-5 de 9 (seguinte | mostrar todas)
The protagonist, Herrin, is such an arrogant, unlikable jerk that I didn't really care what happened to him, which made it difficult to stay invested in the story line, particularly the first 60% or so about the sculpture. It picked up a bit after that, but I was disappointed that we never really learned anything about Keye or the alien civilisation (other than just Sbi). ( )
  tronella | Jun 22, 2019 |
Wow. Just wow. In this short novel Cherryh does what she usually does in her stories, creates a world, and culture, both alien and familiar...but this time it's on a scale that even she rarely attains. With virtually no fighting or other actions so common in SciFi, she hurls the reader along in this story of an artist who went too far and threatened a society conditioned to be blind to reality. Superb. ( )
  fuzzi | Feb 4, 2019 |
Nearly a perfect little SF novel. In many ways, I found this reminiscent of Le Guin's City of Illusions. Where Le Guin explores the meaning of truth, Cherryh toys with the individual's perception of reality; how the strength of one person's intellect and charisma can sway the perceived reality of weaker minds. Exploring class structures, racism, and alienation through a solipsistic lens, Cherryh writes a tight narrative that, as I have come to expect from her, starts somewhat slowly, but then builds inexorably to a satisfying conclusion. ( )
  ScoLgo | Feb 9, 2017 |
If one's subjective reality clashes with objective reality, or someone else's subjective reality, what happens to reality? Can all realities be true?

On a planet named Freedom, in a metropolis named Kierkegaard, the Artist and the First Citizen share a subjective reality. Until, one day, the Artist begins to notice things which should not be there. These "things" are the Ahnit, natives of Freedom, who have been ignored by the colonists for generations so as to have become Invisible. What, then, becomes of the Artist's and the First Citizen's realities? What happens when war comes to Kierkegaard at the behest of the First Citizen's expansion of his subjective reality?

Simple, yet complex, this is a novella which demands more than one reading. I found it both intriguing and mind bending. And enjoyable. ( )
  AuntieClio | Mar 13, 2015 |
Not as good as her other Allaince/Union books but still quite an interesting read. ( )
  SChant | Jul 12, 2013 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
C. J. Cherryhautor principaltodas as ediçõescalculado
Maitz, DonArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
Título original
Títulos alternativos
Data da publicação original
Pessoas/Personagens
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Lugares importantes
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Eventos importantes
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Premiações
Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Freedom was one of those places honest ships avoided, a pleasant world of a pleasant star, but lacking a station at which ships could dock, and by reason of its location on the limb's sparse edge, inconvenient for ships on fixed schedules.
Citações
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

Nenhum(a)

C. J. Cherryh planned to write since the age of ten. When she was older, she learned to use a type writer while triple-majoring in Classics, Latin and Greek. At 33, she signed over her first three books to DAW and has worked with DAW ever since. She can be found at cherryh.com.

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Descrição do livro
Resumo em haiku

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