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Assata: An Autobiography (1987)

de Assata Shakur

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1,3081914,767 (4.42)18
On May 2, 1973, Black Panther Assata Shakur (aka JoAnne Chesimard) lay in a hospital, close to death, handcuffed to her bed, while local, state, and federal police attempted to question her about the shootout on the New Jersey Turnpike that had claimed the life of a white state trooper. Long a target of J. Edgar Hoover's campaign to defame, infiltrate, and criminalize Black nationalist organizations and their leaders, Shakur was incarcerated for four years prior to her conviction on flimsy evidence in 1977 as an accomplice to murder. This intensely personal and political autobiography belies the fearsome image of JoAnne Chesimard long projected by the media and the state. With wit and candor, Assata Shakur recounts the experiences that led her to a life of activism and portrays the strengths, weaknesses, and eventual demise of Black and White revolutionary groups at the hand of government officials. The result is a signal contribution to the literature about growing up Black in America that has already taken its place alongside The Autobiography of Malcolm X and the works of Maya Angelou. Two years after her conviction, Assata Shakur escaped from prison. She was given political asylum by Cuba, where she now resides.… (mais)
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Assata Shakur fut, dans les années 60 et 70, militante du Black Panther Party et de l’Armée de Libération Noire. Elle a connu le formidable bouillonnement d’une époque de révoltes et d’espérances pour les Noirs des États-Unis, comme la répression. De sa tendre enfance à son exil à Cuba, ses souvenirs se structurent autour du récit d’un emprisonnement de six ans. Une exceptionnelle leçon d’histoire populaire et d’engagement dans laquelle Assata dresse un portrait sans fard de l’oppression raciale et de la violence capitaliste aux États-Unis. Cette autobiographie est une lettre d’amour au peuple noir ainsi qu’à tous les opprimés. Une source d’inspiration inaltérable pour celles et ceux qui, à travers le monde, exigent la dignité et la justice.
  biblio-lanterne | Aug 18, 2021 |
Very glad I got round to this. ( )
  Neal_Anderson | Jun 10, 2021 |
A very intense, powerful memoir of Assata Shakur's early life intermingled with her life after her arrest and the incredible amount of injustice she faced in numerous court systems, undergoing torturous isolation and other terrible treatment typical of prisons. It's TENSE but so, so powerful. I think you could teach this whole book as a real introduction to why the PIC should be abolished, or you could teach excerpts from her treatment. Her statement that she read in court in particular I think could be a great tool for kids to be introduced to the injustice of the American criminal court system and the US in general.

Just so powerful, I definitely recommend folks read it. ( )
  aijmiller | Jun 9, 2021 |
This was an intense read, but one that is very important. It is something that people, especially Americans need to know about. I would recommend it to anyone. ( )
  queenofthebobs | Mar 23, 2020 |
Actually want to reread this as I read it as an undergrad.
  roniweb | May 30, 2019 |
Mostrando 1-5 de 19 (seguinte | mostrar todas)
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Assata Shakurautor principaltodas as ediçõescalculado
Davis, Angela Y.Prefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hinds, Lennox S.Prefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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There were lights and sirens.
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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LCC Canônico

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Wikipédia em inglês (2)

On May 2, 1973, Black Panther Assata Shakur (aka JoAnne Chesimard) lay in a hospital, close to death, handcuffed to her bed, while local, state, and federal police attempted to question her about the shootout on the New Jersey Turnpike that had claimed the life of a white state trooper. Long a target of J. Edgar Hoover's campaign to defame, infiltrate, and criminalize Black nationalist organizations and their leaders, Shakur was incarcerated for four years prior to her conviction on flimsy evidence in 1977 as an accomplice to murder. This intensely personal and political autobiography belies the fearsome image of JoAnne Chesimard long projected by the media and the state. With wit and candor, Assata Shakur recounts the experiences that led her to a life of activism and portrays the strengths, weaknesses, and eventual demise of Black and White revolutionary groups at the hand of government officials. The result is a signal contribution to the literature about growing up Black in America that has already taken its place alongside The Autobiography of Malcolm X and the works of Maya Angelou. Two years after her conviction, Assata Shakur escaped from prison. She was given political asylum by Cuba, where she now resides.

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