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Vita Nova de Louise Glück
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Vita Nova (original: 1999; edição: 2001)

de Louise Glück (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
254479,557 (3.76)12
Since Ararat in 1990, Louise Gluck has been exploring a form that is, according to poet Robert Hass, her invention. Vita Nova-- like its immediate predecessors, a booklength sequence -- combines the ecstatic utterance of The Wild Iris with the worldly dramas elaborated in Meadowlands. Vita Nova is a book that exists in the long moment of spring: a book of deaths and beginnings, resignation and hope; brutal, luminous, and farseeing. Like late Yeats, Vita Nova dares large statement. By turns stern interlocutor and ardent novitiate, Gluck compasses the essential human paradox. In Vita Nova, Louise Gluck manages the apparently impossible: a terrifying act of perspective that brings into resolution the smallest human hope and the vast forces that shape and thwart it.… (mais)
Membro:danwms1966
Título:Vita Nova
Autores:Louise Glück (Autor)
Informação:Ecco (2001), Edition: Reprint, 64 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Vita Nova de Louise Glück (1999)

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Forgot everything about this collection about a day after finishing it. Nothing sticks for me with Glück, and I'm not sure why. Would love to talk to someone who appreciates her poetry to learn what I'm missing,. ( )
  jalbacutler | Dec 4, 2019 |
This was suggested to me when I asked for books and poetry about breakups that honored the former sweetheart as well as the process of getting over the end of a very good relationship.

This books filled that bill, but not the way I really expected it to. The poems focused on the first person, and the narrator's journey, both inner and outer. This is a book that'll bear re-reading. All the poems spoke to me, but I couldn't always make out the message. ( )
  hopeevey | May 19, 2018 |
Read this in one sitting. Is it my favourite Gluck? Maybe. Spring: renewal, death, rebirth. Appropriate to me right now in my life. ( )
  Kristin_Curdie_Cook | Apr 29, 2016 |
Need to reread this before I make any decisions about how I feel about this. Obviously not as good as The Wild Iris, but still good. ( )
  danlai | Sep 2, 2014 |
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Epígrafe
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The master said You must write what you see.

But what I see does not move me.

The master answered Change what you see.
Dedicatória
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To Kathryn Davis, Karen Kennerly and Ellen Bryant Voigt
To Tom and Vera Kreilkamp
Primeiras palavras
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You saved me, you should remember me.
Citações
Últimas palavras
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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Since Ararat in 1990, Louise Gluck has been exploring a form that is, according to poet Robert Hass, her invention. Vita Nova-- like its immediate predecessors, a booklength sequence -- combines the ecstatic utterance of The Wild Iris with the worldly dramas elaborated in Meadowlands. Vita Nova is a book that exists in the long moment of spring: a book of deaths and beginnings, resignation and hope; brutal, luminous, and farseeing. Like late Yeats, Vita Nova dares large statement. By turns stern interlocutor and ardent novitiate, Gluck compasses the essential human paradox. In Vita Nova, Louise Gluck manages the apparently impossible: a terrifying act of perspective that brings into resolution the smallest human hope and the vast forces that shape and thwart it.

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