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Kafka on the Shore de Haruki Murakami
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Kafka on the Shore (original: 2005; edição: 2006)

de Haruki Murakami

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
15,845433259 (4.06)1 / 998
A tour-de-force of metaphysical reality, Kafka on the Shore is powered by two remarkable characters. At fifteen, Kafka Tamura runs away from home, either to escape a gruesome oedipal prophecy or to search for his long-missing mother and sister. And the aging Nakata, who never recovered from a wartime affliction, finds his highly simplified life suddenly upset. Their odyssey, as mysterious to us as it is to them, is enriched throughout by vivid accomplices and mesmerizing events. Cats and people carry on conversations, a ghostlike pimp employs a Hegel-quoting prostitute, a forest harbors soldiers apparently unaged since World War II, and rainstorms of fish fall from the sky. There is a brutal murder, with the identity of both victim and perpetrator a riddle. Yet this, like everything else, is eventually answered, just as the entwined destinies of Kafka and Nakata are gradually revealed, with one escaping his fate entirely and the other given a fresh start on his own.… (mais)
Membro:Kendallamy
Título:Kafka on the Shore
Autores:Haruki Murakami
Informação:Vintage (2006), Paperback, 480 pages
Coleções:Sua biblioteca, Lidos mas não possuídos
Avaliação:***
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Kafka on the Shore de Haruki Murakami (2005)

Adicionado recentemente porBrubow, biblioteca privada, barefootlucy, AZBob1951, damy4126, arturo.romero, Adam_Gugliciello, JMII, chaoscorgi
Bibliotecas HistóricasLeslie Scalapino
  1. 131
    The Master and Margarita de Mikhail Bulgakov (LottaBerling)
  2. 50
    Midnight's Children de Salman Rushdie (GaryN1981)
    GaryN1981: Rushdie is one of the masters of magic realism and anyone who appreciates the way Murakami weaves almost impenetrable surrealism into Kafka... will love Midnights Children
  3. 51
    1Q84 de Haruki Murakami (PaulBerauer)
  4. 20
    A Wild Sheep Chase de Haruki Murakami (koenvanq)
  5. 00
    The Infinities de John Banville (librorumamans)
    librorumamans: Like Kafka on the Shore, Infinities plays with multiple points of view, alternate realities, and riffs on other works (in this case Kleist's Amphitryon). Both Murakami and Banville tackle big ideas directly and indirectly through the structures of their books. Banville, in my opinion, pulls this off more coherently.… (mais)
  6. 00
    Anathema Rhodes: Dreams de Iimani David (Mary_Z)
    Mary_Z: I enjoyed both these books for their mysticism and freshness. "Anathema Rhodes" has more challenges and is clearly more socially and politically conscious, but the feel and flow of the story reminds me of Murakami's "Kafka...". I sincerely recommend both!
  7. 00
    Ka: Dar Oakley in the Ruin of Ymr de John Crowley (somethingauthentic)
  8. 02
    Cereus Blooms at Night de Shani Mootoo (LottaBerling)
  9. 38
    Life of Pi de Yann Martel (tandah)
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Mostrando 1-5 de 430 (seguinte | mostrar todas)
I've been wanting to write this review for about a week now, but simply thinking about how inadequately I would describe the experience of reading "Kafka on the Shore" was enough to stop me in my tracks and continue my existence as a miserable chronic procrastinator.

I've talked to several people after completion, either those who have read it (and loved it), or those who are unsure about getting to it thanks to the novel's online notoriety as a meandering, pointless, convoluted, overly-descriptive, mundane novel. Hell, the top review here jokingly recommends it for masochists, but if we are to talk about enjoyment of the novel, I have to defend the novel in its ability to transport one (myself, at least) into this otherworld of beautiful abstractions, teenage angst, and poignant encounters. The ability that the novel has of turning the mundane into something mysterious and captivating is almost a transformative experience, I'd felt as if some quiet, formless thing had entered into my surroundings and changed them completely. Immediately, I realised that the change, however subtle, was inside of me. One of the seemingly meaningless quotes in the novel, in which a character talks about the inside being a project of the outside and vice versa, ended up becoming one of the most meaningful extracts from the novel.

Ok, so I'm very horrible with endings, but seeing how much reviews here can influence a person's decision to read a book or not, I'd like to touch on that really quickly. I mean, yes, you have the free will and right to decide what book you read or not, but it feels slightly off that some people would hold an angry prejudice over a book like this without even giving it a go. First of all, you're missing out on something you may experience nowhere else, secondly, you're listening to an individual's opinions as another individual. Yes if you moral sensibilities are hurt by this books incestuous plot, then maybe put it off until you feel you can handle it, but if someone else says it's boring and immediately changes your perception of the book, then maybe it's time to reconsider your own ability to make decisions (especially if the book interested you in the first place, if not, then why are you even reading about it?)

Also, I just have to state my opinion that this is a flawed masterpiece of a coming-of-age story. ( )
  yuef3i | Sep 19, 2021 |
I LOVE OSHIMA ( )
  jooniper | Sep 10, 2021 |
Kafka Tamura se va de la casa el día en que cumple quince años. Le llevan a ello las malas relaciones con su padre -un famoso escultor convencido de que su hijo repetirá el aciago sino de Edipo- y el vacío producido por la ausencia de su madre; se dirigirá al sur del paìs, donde encontrará refugio en una peculiar biblioteca y conocerá a la misteriosa señora Saeki. Sus pasos se cruzan con los de otro personaje, Satoru Nakata, sobre quién se ha abatido la tragedia: de niño, durante la segunda guerra mundial, sufrió un accidente del que salió con secuelas y dificultades para comunicarse... salvo con los gatos.
  Daniel464 | Sep 1, 2021 |
I didn't enjoy this as much as The Wind-up Bird Chronicles, but it's pretty close. Reading Murakami is like being in a dream- nothing quite makes sense, there are talking cats etc- but there is enough sense in it to make sense, if that makes sense ;) I could talk forever about the meanings in the book, and what I took from it, but I don't want to rabbit on. I highly recommend this if you are not put off by magical realism and do not need clearly defined endings. ( )
  lucylove73 | Aug 31, 2021 |
Tl;dr achava que Murakami seria um autor divertido mas meio medíocre, mas me surpreendi com um livro tecnicamente interessante mas extremamente tedioso de se ler.

Assim, creio que racionalmente fui capaz de compreender as metáforas, mas elas não me disseram nada. Tento conceder a Murakami certo crédito acreditando que a injustificabilidade de muita coisa nesse livro advém de eu não ser japonês, e, portanto, não pegar de maneira intuitiva certas ideias e sensações que ele utiliza — mas, dito isso, ainda acredito que um livro melhor executado teria passado por cima desse problema. Mas Murakami é sucesso de vendas fora do Japão, então tudo isso que eu disse parece perder a necessidade. Eu genuinamente não vi, ao menos nesse livro, apelo algum. É só porque ele é uwu? Eu gostaria de acreditar que não.

Dito isso, entra o meu segundo, e, francamente, maior problema com o livro, de longe: há uma certa verborragia no Murakami que não me agradou. As palavras parecem ter emergido sem muita atenção da mesma forma que os acontecimentos na narrativa — mas, enquanto eu sou perfeitamente capaz de aceitar incoerência intencional no enredo, um texto descuidado está além de minha disposição, ainda mais para um livro de mais de 500 páginas. — Mas, aí, de novo dando o benefício da dúvida ao Murakami, entra um problema agora objetivamente sério: a tradução (brasileira) da Alfaguara é bem ruim e isso, admito, contribuiu bastante para a minha má vontade para com o livro.

Erros de formatação são poucos e irrelevantes. Também não notei erro gramatical nenhum, mas não procurei. Não: o problema era mais estranho: escolha de palavras. Alguns exemplos me vem à mente agora:
- dizer "ficou de cavalinho"em vez de "ficou de quatro".
- "ter firme preconceito" em vez de "ter firme decisão" ou "motivação"
- o mais incompreensível deles: "eu cheguei" em vez de ejaculei ou o coloquial gozei. Tentei entender de onde esse pudera vir e a única conclusão que cheguei é que é uma tradução bizarra da conjugação errada do verbo inglês "to cum" ("I came"(??????)). Mas achava que essa era uma tradução direta, então de onde isso?... Sei lá, não sei japonês.
Esses erros, mais estilísticos do que formais, são extremamente frequentes, ao ponto de atrapalhar a leitura. Concedem uma certa artificialidade ao texto que, julgo, o afasta do original.

No final das contas, Kafka à beira-mar não é um livro ruim. Teoricamente, gostei dele e de várias coisas que ele se propõe a fazer. A execução, contudo, deixou bastante a desejar, e li mais por querer concluir do que pelo prazer da leitura. Genuinamente, não consegui entender o que faz desse autor um dos mais badalados do mundo.

Botei na minha fila ler mais algum livro dele, mas mais para garantir que não estou tomando um ponto como a média do que por estar com vontade. Está tão no fundo dela, contudo, que talvez eu nunca chegue a lê-lo, de tantos outros que vão acabar furando a fila. ( )
  lui.zuc | Aug 31, 2021 |
Mostrando 1-5 de 430 (seguinte | mostrar todas)
The weird, stately urgency of Murakami's novels comes from their preoccupation with . . . internal problems; you can imagine each as a drama acted out within a single psyche. In each, a self lies in pieces and must be put back together; a life that is stalled must be kick-started and relaunched into the bruising but necessary process of change. Reconciling us to that necessity is something stories have done for humanity since time immemorial. Dreams do it, too. But while anyone can tell a story that resembles a dream, it's the rare artist, like this one, who can make us feel that we are dreaming it ourselves.
adicionado por InfoQuest | editarNew York Times, Laura Miller (Feb 6, 2005)
 
Maar net zoals in de rest van Murakami’s omvangrijke oeuvre blijft het niet bij het wegloop-realisme van de hoofdpersoon. Onverklaarbare wendingen, bovennatuurlijke verschijnselen, irreële toevalligheden en onwaarschijnlijke personages roepen bij de nuchtere lezer al snel de vraag op waarom hij in godsnaam maar blijft dóórlezen.
adicionado por PGCM | editarNRC, Ger Groot
 
Kafka Tamura se va de casa el día en que cumple quince años. La razón, si es que la hay, son las malas relaciones con su padre, un escultor famoso convencido de que su hijo habrá de repetir el aciago sino del Edipo de la tragedia clásica, y la sensación de vacío producida por la ausencia de su madre y su hermana, a quienes apenas recuerda porque también se marcharon de casa cuando era muy pequeño. El azar, o el destino, le llevarán al sur del país, a Takamatsu, donde encontrará refugio en una peculiar biblioteca y conocerá a una misteriosa mujer mayor, tan mayor que podría ser su madre, llamada Saeki. Si sobre la vida de Kafka se cierne la tragedia –en el sentido clásico–, sobre la de Satoru Nakata ya se ha abatido –en el sentido real–: de niño, durante la segunda guerra mundial, sufrió un extraño accidente que lo marcaría de por vida. En una excursión escolar por el bosque, él y sus compañeros cayeron en coma; pero sólo Nakata salió con secuelas, sumido en una especie de olvido de sí, con dificultades para expresarse y comunicarse... salvo con los gatos. A los sesenta años, pobre y solitario, abandona Tokio tras un oscuro incidente y emprende un viaje que le llevará a la biblioteca de Takamatsu. Vidas y destinos se van entretejiendo en un curso inexorable que no atiende a razones ni voluntades. Pero a veces hasta los oráculos se equivocan.
 
”Et stort verk, men likevel lekende lett lesning.”
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Haruki Murakamiautor principaltodas as ediçõescalculado
Gabriel, PhilipTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Gräfe, UrsulaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Porta, LourdesTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Westerhoven, JacquesTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
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"So you're all set for money, then?" the boy named Crow asks in his characteristic sluggish voice.
Citações
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"... in everybody's life there's a point of no return. And in a very few cases, a point where you can't go forward anymore. And when we reach that point, all we can do is quietly accept the fact. That's how we survive."
"Listening to Fournier's flowing, dignified cello, Honshino was drawn back to his childhood. He used to go to the river everyday to catch fish. Nothing to worry about back then. he reminisced. Just live each day as it came. As long as I was alive, I was something. That was just how it was. But somewhere along the line it all changed. Living turned me into nothing. Weird...People are born in order to live, right? But the longer I've lived, the more I've lost what's inside me–and ended up empty. And I bet the longer I live, the emptier, the more worthless, I'll become. Something's wrong with this picture. Life isn't supposed to turn out like this! Isn't it possible to shift direction, to change where I'm headed?"
The air was damp and stagnant, with a hint of something suspicious, as if countless ears were floating in the air, waiting to pick up a trace of some conspiracy.
I'd never imagined that trees could be so weird and unearthly. I mean, the only plants I've ever really seen or touched till now are the city kind--neatly trimmed and cared-for bushes and trees. But the ones here--the ones living here--are totally different. They have a physical power, their breath grazing any humans who might chance by, their gaze zeroing in on the intruder like they've spotted their prey. Like they have some dark, prehistroric, magical powers. Like deep-sea creatures rule the ocean depths, in the forest trees reign supreme. If it wanted to, the forest could reject me--or swallow me up whole. A healthy amount of fear and respect might be a good idea.
There's only one kind of happiness, but misfortune comes in all shapes and sizes.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico
Canonical LCC

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A tour-de-force of metaphysical reality, Kafka on the Shore is powered by two remarkable characters. At fifteen, Kafka Tamura runs away from home, either to escape a gruesome oedipal prophecy or to search for his long-missing mother and sister. And the aging Nakata, who never recovered from a wartime affliction, finds his highly simplified life suddenly upset. Their odyssey, as mysterious to us as it is to them, is enriched throughout by vivid accomplices and mesmerizing events. Cats and people carry on conversations, a ghostlike pimp employs a Hegel-quoting prostitute, a forest harbors soldiers apparently unaged since World War II, and rainstorms of fish fall from the sky. There is a brutal murder, with the identity of both victim and perpetrator a riddle. Yet this, like everything else, is eventually answered, just as the entwined destinies of Kafka and Nakata are gradually revealed, with one escaping his fate entirely and the other given a fresh start on his own.

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