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I Know Why the Caged Bird Sings (original: 1969; edição: 2009)

de Maya Angelou (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
12,357189381 (4)1 / 508
Author's memoir of growing up black in the 1930's and 1940's.
Membro:aprince21
Título:I Know Why the Caged Bird Sings
Autores:Maya Angelou (Autor)
Informação:Ballantine Books (2009), Edition: Reissue, 304 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Work Information

I Know Why the Caged Bird Sings de Maya Angelou (1969)

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I Know Why the Caged Bird Sings is a touching story of life for a Black girl growing up in the first half of the 20th century. Angelou faces racism in all different shades, and perseveres despite the world stacking everything it has against her. As this first chapter of her story unfolds, we see the influences around her that shaped her childhood and inspired her to become a determined young woman.

From a purely technical perspective, I had a hard time following this book. I Know Why the Caged Bird Sings remains objectively an incredibly important memoir and should be read. It’s also a little cluttered with poetic musings that detract from the overall arc of the story. It’s also a book I would recommend picking up in its actual print form rather than as an audiobook. Well many audiobooks read by their original authors add a particular level of magic, Angelou’s reading is very much like someone reading a book aloud. It is palatable, but not exciting.

None of these things, you’ll know, detract from the overall quality of the book. I think Angelou‘s story is important, but the writing itself is not to my taste. There’s nothing wrong with the writing, and in fact, it is beloved by many and has been for decades. But it was this aspect that made the book a little bit more difficult for me to read then I’d like.

The content, when taken piecemeal, remains as powerful today as it did when the book was originally published. Through her eyes, we see her coming of age. We see what it was like to grow up as a Black woman not just in the South, but in the West and in the North. We see different levels of racism coming at her from different kinds of people. We witness the many different ways people around her react to the racism that they face every day, and what they do to feel alive despite the denial of their humanity. I find myself remembering individual vignettes much more clearly than the book as a whole. The particular stories that strapped to me were her toothache, and her brief period as a homeless runaway.

Then, beyond racism, we have the very heavy topic of rape and sexual assault. I must admit I’m not as well-read in books from the 1960s and 1970s as many others, but I do believe this is one of the first times that rape was called out so blatantly in a piece of popular literature. Even into the 2010s we fought to raise voices rape victims, so the fact that Angelou had the strength to share her story in a time where not only her race, but her gender would call her story into doubt is incredible.

An overall powerful memoir, I Know Why the Caged Bird Sings is certainly a book that should be taught in schools and read independently. I will be the first person to admit the writing is a little difficult to digest, but the value of the content far outweighs any technical preferences in this case. If you haven’t read at least the first of Angelou’s memoirs, I recommend you look into it. ( )
  Morteana | Nov 16, 2021 |
La prima e la più celebre delle sette autobiografie scritte da Maya Angelou, figura di spicco negli Stati Uniti ma quasi sconosciuta in Italia (ammetto che anche io non ne avevo sentito parlare). Peccato, perché se dovessi giudicare da questo libro direi che si tratta di un personaggio notevole, dallo spirito indomito ed originale.
Qui ripercorriamo le sue origini: dall'infanzia con la nonna nel profondo sud degli anni '30 fino all'adolescenza trascorsa nella vivace San Francisco degli anni '40.
Una vita complicata, costellata di eventi traumatici come l'abbandono dei genitori e l'infanzia spezzata dalla violenza più terribile che si possa immaginare; ma fatta anche di conquiste come i successi scolastici, il rapporto ritrovato con la madre e la scoperta della propria indipendenza.
Quel che colpisce in queste pagine è la spaventosa lucidità con cui l'autrice descrive stessa ed il mondo intorno a lei: non c'è traccia di autocommiserazione o di trionfalismo, si racconta a tutto tondo senza paura di addentrarsi nelle zone d'ombra. La questione razziale non è mai affrontata in maniera didascalica ma traspare in ogni singola riga, è evidente come l'essere afroamericana sia un tratto essenziale della sua identità. D'altronde non potrebbe essere altrimenti in una società dove la pelle nera ti priva di qualunque opportunità, condannandoti ad una vita da eterno inferiore per poi colpevolizzarti per questa stessa inferiorità; non a caso il momento più toccante dell'opera è la consegna dei diplomi, dove viene esplicitato questo circolo vizioso.
Purtroppo il fatto di non conoscere Maya Angelou ha tolto mordente alla lettura, che ho trovato poco organica in alcuni punti; la considero però una testimonianza straordinaria sul razzismo e sulla crescita. ( )
  Lilirose_ | Nov 1, 2021 |
The author's coming of age story in the deep south in the 1920's. She certainly is a good writer. That being, said, I think an inordinate amount of time was spent on vividly describing rape, sexual exploration, and how Maya becomes pregnant at age 17. I know that the rape of an 8 year old is traumatic and can color the rest of their life, however, that's not my complaint. My complaint is with the explicit descriptions. Some might argue they are necessary, but I would argue they are not. I listened to this book on Audible, read by the author. Ms. Angelou had a thick, slow, voice that exhibited little or no emotion. 10 hours 11 mins=321 pages ( )
  Tess_W | Oct 11, 2021 |
En la primera y más conocida de sus novelas autobiográficas, Maya Angelou nos habla de su dura infancia y de los trances por los que tuvo que pasar hasta convertirse en una mujer independiente. Criada en un pequeño pueblo de Arkansas por su abuela, Angelou aprendió mucho de esta mujer excepcional y de una comunidad extraordinariamente cohesionada; unas lecciones de vida que la ayudarían a sobrellevar las dramáticas circunstancias a las que tuvo que enfrentarse posteriormente en San Luis y California. Este emocionante relato retrata también la vida de la mayor parte de la población negra del Sur de los Estados Unidos durante la primera mitad del siglo xx.

Angelou, una de las poetas más famosas de EE. UU., tenía un don extraordinario para narrar; su libro, que es a la vez alegre y triste, misterioso y memorable, como la niñez, nos habla de los anhelos y miedos infantiles, del amor y del odio, de cómo las palabras pueden hacer del mundo un lugar mejor.

Publicado por primera vez en 1969, Yo sé por qué canta el pájaro enjaulado es un clásico de la literatura universal que ha conquistado a un millón de lectores en todo el mundo.
  bibliotecayamaguchi | Sep 17, 2021 |
( )
  RebeccaBooks | Sep 16, 2021 |
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» Adicionar outros autores (20 possíveis)

Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Angelou, Mayaautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Cantarelli, Maria LuisaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Winfrey, OprahPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Dedicatória
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This book is dedicated to my son
Guy Johnson,
and all the strong black birds of promise who defy the odds and gods and sing their songs
Primeiras palavras
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What you looking at me for?
Citações
Últimas palavras
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico
Canonical LCC
Author's memoir of growing up black in the 1930's and 1940's.

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Descrição do livro
Resumo em haiku

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