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Cry, the Beloved Country de Alan Paton
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Cry, the Beloved Country (original: 1948; edição: 2003)

de Alan Paton

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
8,009162793 (4)502
Zulu pastor Stephen Kumalo travels to Johannesburg on an errand for a friend and to visit his son, Absalom, only to learn Absalom has been accused of murdering white city engineer and social activist Arthur Jarvis and stands very little chance of receiving mercy.
Membro:anahera
Título:Cry, the Beloved Country
Autores:Alan Paton
Informação:Scribner (2003), Edition: 1st Scribner Paperback Fiction Ed, Paperback, 316 pages
Coleções:LDS Literature
Avaliação:****
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Cry, the Beloved Country de Alan Paton (1948)

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Mostrando 1-5 de 162 (seguinte | mostrar todas)
A tragic but excellent story of fear, murder, faith and love. ( )
  Jimbookbuff1963 | Jun 5, 2021 |
I listened to this book, read my Michael York. It likely would have been better if read by a South African, who could have done the various accents better. The story is powerful and enjoyable for many reasons. But, I will likely never read this book again, and instead watch the movie starring James Earl Jones, which is absolutely wonderful. ( )
  WadeBurgess | May 22, 2021 |
Patton paints of picture of South Africa in the late 40s that is balanced and I think more powerful because he lets the details and events speak for themselves. His writing style is clean, sparse. There are no unnecessary literary flourishes or intrusions. It’s a heartbreaking, honest story which has not lost its relevance. ( )
  LenJoy | Mar 14, 2021 |
Amazing read. Interesting insight into the South Africa right at the cusp of entering into the age of Apartheid. Capturing the complicated state of people and cultures clashing in an era of rapid change. Beautifully written. ( )
  victor.k.jacobsson | May 23, 2020 |
A beautiful, deeply sad book that tells the story of South Africa before Apartheid had a name, but when most of that system was functionally in place, through a few peoples' connected stories.

The writing is a powerful example of how to love a place while despising crucial things about it.

The book does have some weaknesses which I think reflect the author's position of privilege relative to half of the characters. White saviourism creeps in a little in book 3; there aren't really any fully realised female characters; and I think he lets off Anglo South Africa too easily by caricaturing Afrikaners as the sole drivers of Apartheid. It's a mark of Paton's skill as a writer that all of these elements are much less of a drag than in other books like this I've read (notably Snow Falling on Cedars, which is all-but-ruined by the equivalent flaws). It may be the best account a white South African could have written of that moment in time, and now I really want to read a black South African's counterpart. ( )
  eldang | May 14, 2020 |
Mostrando 1-5 de 162 (seguinte | mostrar todas)

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Alan Patonautor principaltodas as ediçõescalculado
Aasen, FinnTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Callan, EdwardIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Gannett, LewisIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hillelson, JohnFotógrafoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Leonardo, ToddCover photoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Majorick, B.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Moppès, Denise VanTraductionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Scibner, Charles, Jr.Prefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Smith, Mary AnnDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Van Moppès, DeniseTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
Título original
Títulos alternativos
Data da publicação original
Pessoas/Personagens
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Premiações
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Epígrafe
Dedicatória
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To Aubrey & Marigold Burns of Fairfax, California
To
my wife
and to my friend of many years
JAN HENDRIK HOFMEYR
Primeiras palavras
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It is true that there is a lovely road that runs from Ixopo into the hills.
Citações
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It is not permissible to add to one’s possessions if these things can only be done at the cost of other men. Such development has only one true name, and that is exploitation.
Cry, the beloved country, for the unborn child that is the inheritor of our fear. Let him not love the earth too deeply. Let him not laugh too gladly when the water runs through his fingers, nor stand too silent when the setting sun makes red the veld with fire. Let him not be too moved when the birds of his land are singing, nor give too much of his heart to a mountain or a valley. For fear will rob him of all if he gives too much.
Cry for the broken tribe, for the law and the custom that is gone. Aye, and cry aloud for the man who is dead, for the woman and children bereaved. Cry, the beloved country, these things are not yet at an end.
All roads lead to Johannesburg.
When people go to Johannesburg, they do not come back.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Zulu pastor Stephen Kumalo travels to Johannesburg on an errand for a friend and to visit his son, Absalom, only to learn Absalom has been accused of murdering white city engineer and social activist Arthur Jarvis and stands very little chance of receiving mercy.

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