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The Book Thief (2005)

de Markus Zusak

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MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
36,298197240 (4.36)4 / 1979
Trying to make sense of the horrors of World War II, Death relates the story of Liesel--a young German girl whose book-stealing and story-telling talents help sustain her family and the Jewish man they are hiding, as well as their neighbors.
  1. 619
    O Diário De Anne Frank de Anne Frank (alalba, PghDragonMan, Usuário anônimo)
    PghDragonMan: Both side of hiding during the Holocaust
    Usuário anônimo: Both are about Holocaust. The Book Thief is from German girl's perspective whereas The Diary of a Young Girl is from a Jewish girl's perspective.
  2. 435
    O Sol é para Todos de Harper Lee (paulkid, Usuário anônimo)
    paulkid: There are many similarities between these books. For example, a strong father-daughter relationship, where the father teaches by example by taking the moral high ground in protecting a persecuted minority - also kids that break down the barriers between secluded and socially awkward neighbors through books and sundry shenanigans.… (mais)
  3. 331
    The Boy in the Striped Pajamas de John Boyne (Booksloth, frsantos)
  4. 262
    Night de Elie Wiesel (Smellsbooks, Morteana)
  5. 258
    Matadouro 5 de Kurt Vonnegut (weener)
  6. 181
    The Hiding Place de Corrie Ten Boom (PghDragonMan, avidmom, rhshelver)
  7. 194
    I Am the Messenger de Markus Zusak (whymaggiemay, rosylibrarian)
  8. 100
    Maus II: A Survivor's Tale: And Here My Troubles Began de Art Spiegelman (kaipakartik)
  9. 90
    The Chosen de Chaim Potok (avidmom)
  10. 90
    Everything Is Illuminated de Jonathan Safran Foer (TessaSlingerland)
  11. 91
    Summer of My German Soldier de Bette Greene (bethielouwho)
  12. 81
    The Devil's Arithmetic de Jane Yolen (whoot, booklove2)
  13. 81
    Number the Stars de Lois Lowry (sleepykid00)
    sleepykid00: Both taken place during WWII, but in different perspectives.
  14. 93
    The Reader de Bernhard Schlink (lucyknows)
    lucyknows: The Book Thief by Markus Zusak may linked with The Reader by Bernhard Schlink using the themes of reading, Nazi Germany and death. You could also pair it with the graphic novel Maus by Art Spiegelman. Atonement by Ian McEwan could work as well because of the young protagonists, war, and reading.… (mais)
  15. 61
    The History of Love de Nicole Krauss (Ciruelo, heidialice)
  16. 40
    Edelweiss Pirates: Operation Einstein de Mark A. Cooper (davidparsons, jacobwilliams007)
  17. 41
    The Cellist of Sarajevo de Steven Galloway (mrstreme)
  18. 20
    The Girl in the Green Sweater: A Life in Holocaust's Shadow de Krystyna Chiger (elwren75)
  19. 20
    Hitler Youth: Growing Up in Hitler's Shadow de Susan Campbell Bartoletti (tiltheworldends)
    tiltheworldends: Nonfiction about BDM that Liesel was required to attend and Hitler Youth group that Rudy belonged to.
  20. 53
    Starring Sally J. Freedman as Herself de Judy Blume (Runa)

(ver todas 47 recomendações)

Europe (508)
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Exibindo 5 de 5
Markus Zusak encontrou uma brilhante forma de relatar em parte como era o governo de Hitler e ao mesmo tempo a vida de uma menina, que vai descobrindo aos poucos como se deve viver na Alemanha com o mesmo no poder.Aliás vale ressaltar que toda a história é relatada, de uma forma curiosa, pela morte, que diga de passagem ela parece ser mais ou menos generosa.Tudo isso e muito mais em "A menina que roubava livros".
A morte(narradora)começa a descrever todas aquelas páginas de forma "educada", se apresentando e dizendo alguns momentos que passara em outros lugares antes de encarar a garotinha magricela.Após contar as histórias que vivenciara, dedica-se totalmente à Liesel.
A "roubadora" de livros, para começar, necessita mudar-se para casa dos Hubermann.Rua Himmel,Molching.Lá, mesmo não querendo ficar, ela encontra uma vida divertida, não perfeita, com pessoas que se tornam especiais na vida dela e com palavras, as suas salvadoras.Assim como o diz o título,ela começa a sua caça aos dez livros.Vivendo imensas aventuras principalmente ao lado de Rudy Steiner.Ah!!e vivenciando dia após dia a Guerra em que se achara a Alemanha naquele período.E é exatamente a mesma que além de destruir a Alemanha destroi a sua vida, tirando dela, as pessoas especiais, consideradas pela mesma.
O autor realmente é brilhante.Um livro completo.Cheio de emoções.Um dos melhores já criados.Personagens cativantes como Rosa Hubermann,com seus xingamentos inesquecíveis como: "Saukerl!!!!!".Bom,um livro excelente, de um autor gênio, que recomendo. ( )
  Brunoafreire | Mar 18, 2010 |
Um dos meus livros preferidos, se não o meu livro preferido!
Impressionante, tanto a nível da história como escrita.
Fenomenal! ( )
  AKelinha | Feb 17, 2010 |
História narrada pela morte sobre a vida de uma menina que vive na Alemanha em plena a 2ª Guerra Mundial e descobre nos livros e nas palavras um novo mundo. ( )
  Mandinha | Nov 22, 2009 |
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
  denis.willians | Aug 10, 2009 |
15/08/2007
Terminei hoje de ler esse livro! Fazia um bom tempo que não comprava um, e dentro de um montão de opções escolhi esse para ler e não me arrependi!
Só não dou nota máxima para ele por sua narrativa bastante arrastada no início, por vezes até desestimulando o leitor!
Mas quando este acaba entendendo e pegando o jeito do autor, começa a gostar tanto da narrativa quanto da história!
A protagonista Liesel Meminger é ótima, mas o que mais se destacou em mim nesse livro foi uma personagem coadjuvante, Hans Hubermann! Ele e seu olhos de prata vão ficar cravados no meu coração para sempre... Eu nunca tinha conseguido imaginar alguém tão verdadeiramente bom e humano ao mesmo tempo!
Além do mais, foi super interessante tomar conhecimento da cultura e da língua alemã, com as quais eu pouco tinha tido contato até então!
Leia! Afinal..."Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler!".

(05 de julho de 2007) ( )
  paula.datti | Aug 15, 2007 |
Exibindo 5 de 5
The Australian writer Markus Zusak's brilliant and hugely ambitious new young-adult novel is startling in many ways, but the first thing many teenagers will notice is its length: 552 pages! It's one thing to write a long book about, say, a boy who happens across a dragon's egg; it's quite another to write a long, achingly sad, intricately structured book about Nazi Germany narrated by Death itself.
 
The book's length, subject matter and approach might give early teen readers pause, but those who can get beyond the rather confusing first pages will find an absorbing and searing narrative.
 
"The Book Thief" attempts and achieves great final moments of tear-jerking sentiment. And Liesel is a fine heroine, a memorably strong and dauntless girl. But for every startlingly rebellious episode... there are moments that are slack.
adicionado por Shortride | editarThe New York Times, Janet Maslin (Mar 27, 2006)
 
Writing fiction about the Holocaust is a risky endeavor. Most children learn about it in history class, or through nonfiction narratives like Eli Wiesel's "Night." Zusak has done a useful thing by hanging the story on the experience of a German civilian, not a camp survivor, and humanizing the choices that ordinary people had to make in the face of the Führer. It's unlikely young readers will forget what this atrocity looked like through the eyes of Death.
 
The Book Thief is unsettling and unsentimental, yet ultimately poetic. Its grimness and tragedy run through the reader's mind like a black-and-white movie, bereft of the colors of life. Zusak may not have lived under Nazi domination, but The Book Thief deserves a place on the same shelf with The Diary of a Young Girl by Anne Frank and Elie Wiesel's Night. It seems poised to become a classic.
adicionado por stephmo | editarUSA Today, Carol Memmott (Mar 20, 2006)
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Markus Zusakautor principaltodas as ediçõescalculado
Corduner, AllanNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ernst, AlexandraTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Girod, Marie-FranceTraductionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Giughese, Gian M.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lodewijk, AnnemarieTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
White, TrudyIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
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For Elisabeth and Helmut Zusak,
with love and admiration
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
First the colors. Then the humans. That's how I see things. Or at least how I try.
Citações
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Five hundred souls, I carried them in my fingers, like suitcases; or I'd throw them over my shoulder. It was only the children I carried in my arms. For some reason, dying men always ask questions they know the answer to. Perhaps it's so they can die being right.
In Liesel's mind, the moon was sewn into the sky that night. Clouds were stitched around it.
When the train pulled into the Bahnhof in Munich, the passengers slid out as if from a torn package.
A bathrobe answered the door. Inside it, a woman with startled eyes, hair like fluff and the posture of defeat stood in front of her.
The reply floated from his mouth, then moulded itself like a stain to the ceiling.
Últimas palavras
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
CDD/MDS canônico
Trying to make sense of the horrors of World War II, Death relates the story of Liesel--a young German girl whose book-stealing and story-telling talents help sustain her family and the Jewish man they are hiding, as well as their neighbors.

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