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The Nicomachean Ethics de Aristotle
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The Nicomachean Ethics (edição: 1934)

de Aristotle (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
10,21857726 (3.87)66
Aristotle's Nicomachean Ethics, said to be dedicated to Aristotle's son Nicomachus, is widely regarded as one of the most important works in the history of Western philosophy. Addressing the question of how men should best live, Aristotle's treatise is not a mere philosophical meditation on the subject, but a practical examination that aims to provide a guide for living out its recommendations. The result is a deep inquiry into the nature and means of attaining happiness, which Aristotle defines as consisting not merely of pleasure or an emotional state, but of a virtuous and morally led life. This edition is the translation by W. D. Ross.… (mais)
Membro:niallsheekey
Título:The Nicomachean Ethics
Autores:Aristotle (Autor)
Informação:William Heinemann Ltd (1934), Edition: Rev Ed, 679 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Informações da Obra

Ética a Nicômaco de Aristotle

  1. 219
    Ayn Rand's Normative Ethics: The Virtuous Egoist de Tara Smith (mcaution)
    mcaution: Virtue ethics gets its best defense and fullest exposition.
  2. 222
    The Virtue of Selfishness de Ayn Rand (mcaution)
    mcaution: A new morality grounded completely in reason, based upon the facts of reality. Presents "selfishness" in proper context and does away with its common false dichotomy.
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Mostrando 1-5 de 57 (seguinte | mostrar todas)
Leather cowhide, Castalia Library, limited edition of 750 ( )
  TomLopez | Dec 9, 2023 |
I know I'm supposed to like this "foundational document of Western culture." I understand its importance, but I would feel perfectly fine if I never had to think about this book again. Give me poet-hating Plato over Aristotle; at least he is lively. ( )
  Jeanne.Laure | Oct 3, 2023 |
This book’s a difficult case. On one hand there’s the infamous defense of slavery and the statements on the inferiority of women, and parts of the book seem downright pedestrian. But a closer reading of Aristotle on slavery suggests he supported a rather different and probably far more limited form than was his society’s practice. (If this is correct, implementing this version would have likely caused a revolution in the ancient Greek socieo-economic system, quite possibly eliminating the class which had the leisure to philosophize, but Aristotle doesn’t follow up on these implications here or in the Politics.) Perhaps a closer reading of Aristotle on women might suggest something less unenlightened than at first blush, and we should be careful about keeping historical and cultural context in mind and not unreflectively applying 21st c. views to the 4th c. BC. If nothing else, he writes of women with more sympathy and humanity than is typical of ancient Greeks (notable atypicals being Euripides and of course Sappho). And when you’ve been wading through some of the seemingly pedestrian material to the point that you’re losing faith in “the master of those who know,” suddenly the penetrating, profound, nuanced, and original mind reappears, notably in his discussion of “intellectual virtue.”

I won’t try to synopsize or critique this work other than to point out, as others have, that the Christian conception of the individual’s struggle with sin (and the “post-Christian” derivatives of this concept) significantly illumines a blind spot in ancient Greek psychology (or so I believe). However, Aristotle doesn’t try to prove the Socratic/Platonic notion that people never willingly choose to do wrong. Rather, he makes a compelling case that only a virtuous life is truly satisfying and that any rational and critically-thinking person should see this and live accordingly. It might be the most effective argument for ethical living that doesn’t rely on divinity (although there is a non-causal [at least in the modern sense] tie to divinity). It doesn’t try to say we ought to live a certain way; just that nothing else truly satisfies the most fundamental natural needs of man. Aristotle neither has to make an exclusive claim nor does he need to prove his claim: experience demonstrates it conclusively (he believes). (I probably wouldn’t have grasped this without reading Jonathan Lear’s thoroughly excellent Aristotle: The Desire to Understand, which has also helped me better understand Aristotle on slavery and on many other things.)

This is an argument which seems to have been forgotten in our “post-Christian” West as it’s been searching for a way to re-ground its inherited ethics (some of which are quite different from Aristotle’s, but that’s a comparison and critique I said I wouldn’t get into). Whether it’s a strong enough argument and whether it could succeed widely are open questions; Aristotle believed most people are neither inclined to virtue nor susceptible to rational argument, so he probably wouldn’t expect this argument to have much influence. But for the few, it seems possibly more sound than any ethical theory from Kant to Rawls. Perhaps Kant, Rawls and other moderns have hoped for something that could be convincingly translated for the masses. Like Aristotle, I’m skeptical that that could be done successfully. I also think Aristotle’s probably right that most people are motivated largely by animal desires and only effectively constrained by the threat of force, primarily through law (Aristotle’s almost starting to sound like a Calvinist). Which leaves a larger open question about ethics and contemporary society that I won’t try to address. Suffice it to say that Aristotle’s consciously preaching to a choir – explaining virtue to the already virtuous – not trying to convert heathens. ( )
  garbagedump | Dec 9, 2022 |
Classic treatise on ethics. I certainly see the underpinnings of modern ethical thought. ( )
  wahoo8895 | Nov 20, 2022 |
Mais um manual do pensador grego pé no chão, das listas de diferenciação. Aqui, aprendemos que se a questão não é o sumo bem da polis, então convém olhar para a felicidade, a boa vida da atividade virtuosa sendo uma finalidade em si, objeto da ética - essa nova área independente do conhecimento. Devemos lá chegar pelo conhecimento, prática das virtudes, habituação moral, com moderação, desenvolvendo bem nossas disposições de caráter, como bons humanos que somos, animais racionais. Entre o medo e a confiança, a coragem; entre a audácia e a covardia, a cautela, entre o prazer e dor, a temperança, entre a cólera e a apatia a calma, entre verdadeiro e falso o verossímil, entre aprazível e detestável, a espiritualidade. Mas a média é móvel - avaliemos as situações e contextos, e as decisões são caso a caso, lidas a partir do quadro categórico.

Há ações não-voluntárias por ignorância ou involuntárias por compulsão, ambas envoltas num contexto desfavorável e de responsabilidade diluída. Então falamos daqueles que tem akrasia. Então, existem componentes circunstanciais para atingirmos a boa vida. A lida com o dinheiro, da liberalidade que equilibra no dar a prodigalidade e a mesquinharia, a magnificência, que brilha perante a vulgaridade e a avareza. Assim também analisamos o orgulho, a ambição e a relação com a raiva, a interação social, franqueza e perspicácia (ser sagaz socialmente). E melhor ter amigos, sendo o melhor amigo o que não o é por interesse, mais por gostar do outro, no amor completo.

(é possível distinguir um homem feliz de um outro o observando dormir. E o mais feliz deles, imerso em sonhos de razão teórica, sem esquecer da política, será o filósofo) ( )
  henrique_iwao | Aug 30, 2022 |
Mostrando 1-5 de 57 (seguinte | mostrar todas)
The volume before us is much more than a translation. The translators, Robert C. Bartlett, who teaches Hellenic politics at Boston College, and Susan D. Collins, a political scientist at the University of Houston, have provided helpful aids. ... Together these bring the original text within the compass of every intelligent reader.
adicionado por tim.taylor | editarNew York Times, Harry V. Jaffa (Jul 3, 2011)
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Aristotleautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Apostle, Hippocrates G.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ķemere, InāraTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bons, J.A.E.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Broadie, SarahEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Brown, LesleyEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Chase, D. P.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dirlmeier, F.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Gray, AntonyTypesetterautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Griffith, TomEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Knuuttila, SimoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Krapinger, GernotTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Martínez Manzano, TeresaPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ophuijsen. J. M. vanEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ostwald, MartinTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pallí Bonet, JulioTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pannier, ChristineTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Peters, F. H.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rackham, HarrisTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ross, W. D.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rowe, C. J.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Selina, TonyDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Smith, J. A.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Thomson, J. A. K.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Verhaeghe, JeanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Warrington, Johneditor and translatorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Watt, StephenIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zariņš, VilnisPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
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Every practical science has an end.
Why read the Ethics?

--Introduction
Citações
Últimas palavras
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Aviso de desambiguação
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
This is Aristotle's Nicomachean Ethice in translation. Do not combine with editions including the Ancient Greek text.
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (3)

Aristotle's Nicomachean Ethics, said to be dedicated to Aristotle's son Nicomachus, is widely regarded as one of the most important works in the history of Western philosophy. Addressing the question of how men should best live, Aristotle's treatise is not a mere philosophical meditation on the subject, but a practical examination that aims to provide a guide for living out its recommendations. The result is a deep inquiry into the nature and means of attaining happiness, which Aristotle defines as consisting not merely of pleasure or an emotional state, but of a virtuous and morally led life. This edition is the translation by W. D. Ross.

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171.3Philosophy and Psychology Ethics Theories of Ethics Perfection

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0.5 1
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3.5 21
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