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The consolation of philosophy de Boethius,
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The consolation of philosophy (edição: 1962)

de Boethius,

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
4,167362,111 (3.89)103
In this highly praised new translation of Boethius's The Consolation of Philosophy, David R. Slavitt presents a graceful, accessible, and modern version for both longtime admirers of one of the great masterpieces of philosophical literature and those encountering it for the first time. Slavitt preserves the distinction between the alternating verse and prose sections in the Latin original, allowing us to appreciate the Menippian parallels between the discourses of literary and logical inquiry. His prose translations are lively and colloquial, conveying the argumentative, occasionally bantering tone of the original, while his verse translations restore the beauty and power of Boethius's poetry. The result is a major contribution to the art of translation. Those less familiar with Consolation may remember it was written under a death sentence. Boethius (c. 480-524), an Imperial official under Theodoric, Ostrogoth ruler of Rome, found himself, in a time of political paranoia, denounced, arrested, and then executed two years later without a trial. Composed while its author was imprisoned, cut off from family and friends, it remains one of Western literature's most eloquent meditations on the transitory nature of earthly belongings, and the superiority of things of the mind. In an artful combination of verse and prose, Slavitt captures the energy and passion of the original. And in an introduction intended for the general reader, Seth Lerer places Boethius's life and achievement in context.… (mais)
Membro:RUClassicsLibrary
Título:The consolation of philosophy
Autores:Boethius,
Informação:New York : Macmillan, c1962.
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Gift of Dorothy K. Lange Ph.D. 1971

Detalhes da Obra

The Consolation of Philosophy de Boethius

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This was a great philosophy book by an extremely keen and agile mind that explores many topics. The format is good, the wisdom is plentiful, and the overall writing is strong. This is a great book for those interested in classics and those who are intrigued by philosophy.

4 stars! ( )
  DanielSTJ | Mar 8, 2020 |
The Penguin Classics translation by Victor Watts has a very helpful introduction and footnotes. Books I and II held my interest, but by the time I got to Book V and the arguments about divine perception of time it was a struggle to keep my mind from wandering. ( )
  encephalical | Jul 28, 2019 |
> Ce livre, écrit au VIe siècle dans une prison romaine peu avant la mise à mort de son auteur, est un classique de la Sophia. --3e millénaire

> Babelio : https://www.babelio.com/livres/Boece-La-consolation-de-la-philosophie/1536

> CONSOLATION DE LA PHILOSOPHIE, de Boèce, Préface de Marc Fumaroli, Petite Bibliothèque Rivages, 220 pages. — « La Consolation a été composée dans sa prison par un condamné à mort, explique Marc Fumaroli. L’admiration que cette oeuvre latine du VIe siècle a suscitée sans interruption depuis ne doit pourtant rien, ou peu de chose, aux circonstances vraiment ‘tragiques’ de sa composition. C’est un chef-d’oeuvre à la fois de la littérature et de la pensée européenne ; il se suffit ; il resterait tel, même si nous ignorions tout de celui qui l'a conçu entre deux séances de torture, dans l’attente de son exécution. » --Le devoir, 11 novembre 1989
  Joop-le-philosophe | Apr 4, 2019 |
One of C.S. Lewis' favorite books. I gave a copy to my father as a Christmas gift in 2007.
  bookishblond | Oct 24, 2018 |
I enjoyed first half of the Book, especially the poetic part.

However, In the later part of his book, he dabbles in theological knots. I would recommend this to someone who enjoys Aurelius, or thinks highly of Stoic philosophy.

To my Surprise, Boethius doesn't talk about the person of Christ, maybe because he just wanted to write philosophy for consolation.


--Deus Vult
Gottfried
( )
  gottfried_leibniz | Apr 5, 2018 |
Mostrando 1-5 de 36 (seguinte | mostrar todas)
"'The Consolation of Philosophy', composed in jail, here inspires a former prisoner [in Lebanon] to write a moving preface [to the Folio edition].
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Boethiusautor principaltodas as ediçõescalculado
Šuvajevs, IgorsPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bax, Ernest-BelfortEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bettetini, MariaEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Briedis, LeonsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Buchanan, James JEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Colvile, GeorgeTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Del Re, RaffaelloEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Edman, IrwinIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
James, H. R.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kļaviņš, AivarsEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Keenan, BrianPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sarsila, JuhaniTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Schotman, J.W.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Walsh, P. G.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Watts, VictorTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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While I was thus mutely pondering within myself, and recording my sorrowful complainings with my pen, it seemed to me that there appeared above my head a woman of a countenance exceeding venerable.
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
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Latin editions should be kept separate from translations.
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

In this highly praised new translation of Boethius's The Consolation of Philosophy, David R. Slavitt presents a graceful, accessible, and modern version for both longtime admirers of one of the great masterpieces of philosophical literature and those encountering it for the first time. Slavitt preserves the distinction between the alternating verse and prose sections in the Latin original, allowing us to appreciate the Menippian parallels between the discourses of literary and logical inquiry. His prose translations are lively and colloquial, conveying the argumentative, occasionally bantering tone of the original, while his verse translations restore the beauty and power of Boethius's poetry. The result is a major contribution to the art of translation. Those less familiar with Consolation may remember it was written under a death sentence. Boethius (c. 480-524), an Imperial official under Theodoric, Ostrogoth ruler of Rome, found himself, in a time of political paranoia, denounced, arrested, and then executed two years later without a trial. Composed while its author was imprisoned, cut off from family and friends, it remains one of Western literature's most eloquent meditations on the transitory nature of earthly belongings, and the superiority of things of the mind. In an artful combination of verse and prose, Slavitt captures the energy and passion of the original. And in an introduction intended for the general reader, Seth Lerer places Boethius's life and achievement in context.

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