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Pé na Estrada (1957)

de Jack Kerouac

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MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
28,060386102 (3.63)959
On the Road chronicles Jack Kerouac's years traveling the North American continent with his friend Neal Cassady, "a sideburned hero of the snowy West." As "Sal Paradise" and "Dean Moriarty," the two roam the country in a quest for self-knowledge and experience. Kerouac's love of America, his compassion for humanity, and his sense of language as jazz combine to make On the Road an inspirational work of lasting importance.… (mais)
  1. 122
    Fear and Loathing in Las Vegas de Hunter S. Thompson (MyriadBooks)
  2. 82
    On the Road: O Manuscrito Original de Jack Kerouac (tootstorm)
    tootstorm: If you still have the choice, do not pick up the originally-published edition and instead go for the Original Scroll. This should be on its way to replacing just plain ol' On the Road as the primo Kerouac (and even Beat) text for the adventurous romantics to become enamored with. More rhythm, more life, more of that depressing truth that filled Kerouac's subsequent work. It's a much stronger book.… (mais)
  3. 74
    Into the Wild de Jon Krakauer (thiagobomfim)
  4. 30
    Off the Road: My Years with Cassady, Kerouac, and Ginsberg de Carolyn Cassady (Jannes)
    Jannes: Interesting behind-the-scenes look, and also something of an counterpoint to the tendency of over-romanticizing Jack and the gang that we, or at least I, are sometimes guiltily of. If you're a Beat-geek you can't really ignore this one.
  5. 20
    The Town and the City de Jack Kerouac (soulster)
  6. 53
    Zen e a Arte da manutenção de motocicletas de Robert M. Pirsig (hippietrail)
  7. 21
    The Savage Detectives de Roberto Bolaño (hippietrail)
  8. 10
    Théorie du voyage : Poétique de la géographie de Michel Onfray (askthedust)
  9. 10
    Tredje stenen från solen : roman de Claes Holmström (Sawengo)
  10. 10
    Cigarett : roman de Per Hagman (Sawengo)
  11. 10
    Go de John Clellon Holmes (gbill)
  12. 00
    One and Only: The Untold Story of On the Road de Gerald Nicosia (mrkay)
  13. 00
    Big Sur de Jack Kerouac (John_Vaughan)
  14. 00
    The Mysteries of Pittsburgh de Michael Chabon (CGlanovsky)
  15. 12
    Hopscotch de Julio Cortázar (caflores)
    caflores: Gente que busca y no sabe qué.
  16. 13
    The Day of the Locust de Nathanael West (hippietrail)
  17. 010
    Ye Ole Fiendly Towne and Other Whittier Zombie Haikus: Whittier is suddenly scoured with zombies! And just where is Doobie McDonald during these mayhaps...BAY-beh!? de Doobie McDonald (privycouncilpress)
    privycouncilpress: A road trip film symbolizing the mindtrip your soul will have while reading 'Ye Ole Fiendly Towne and Other Whittier Zombie Haikus"
1950s (13)
Read (115)
Beat (10)
Books (23)
100 (53)
Read (16)
BitLife (115)
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1960s (264)
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Mostrando 1-5 de 386 (seguinte | mostrar todas)
“Read some Kerouac and it put me on the tracks / To burn a little brighter now”. Esta é a frase de abertura da música “Torch Song” dos Marillion, talvez uma dos temas mais melancólicos e angustiantes interpretada por esta banda originária de Aylesbury, sobre querer levar a vida ao extremo, mesmo que isto signifique uma morte prematura, visto por muitos como um percurso de autodestruição.

O Kerouac referido na letra desta música é obviamente Jack Kerouac, o escritor norte-americano do século XX reconhecido como um dos percursores do movimento cultural literário nascido no pós-guerra conhecido por “Beat generation”. Este movimento via o uso da música, drogas e álcool como meios para uma libertação e purificação pessoal, rejeitando qualquer materialismo económico. O livro “Pela Estrada Fora” (“On the Road”) é considerado precisamente uma das obras que definiram este movimento.

Nunca tendo lido nada do Kerouac ou de outro autor associado a este movimento (“Naked Lunch, do William S. Burroughs está na minha estante à espera de uma oportunidade), e sendo fã dos Marillion, há algum tempo que alimentada a vontade de ler “some Kerouac”, a começar precisamente pela sua obra basilar.

Este livro descreve as viagens do narrador Sal Paradise e os seus amigos através dos Estados Unidos e, na sua última parte, ao México. Na verdade, trata-se de um roman à clef, uma vez que os protagonistas são, na verdade, o Jack Karouac (Sal), Neal Cassady (Dean), William S. Burroughs Old Bull Lee), e Allen Ginsberg (Carlo). Só muito recentemente soube (na verdade enquanto lia este livro, e na procura de ter uma dimensão mais abrangente do que estava a ler) que, no âmbito do 50.º aniversário da publicação do “Pela Estrada Fora”, foi publicado o manuscrito original, escrito na forma de rolo contínuo. Neste texto original, são usados os nomes verdadeiros dos intervenientes e, segundo parece, o texto é mais cru e explícito.

O livro acaba por ser isso mesmo, um registo das viagens e de todos os seus percalços. Como, na ânsia de proporcionar uma experiência libertadora ao corpo, se procura um desprendimento material, apenas interessando viver a vida, num misto de jazz, sexo e álcool. Voltando ao “Torch Song”, durante a ponte da música, há um diálogo entre um médico (Dr. Finlay) e o narrador (Torch):

Dr. Finlay: “And my advice is if you maintain this lifestyle
you won't reach 30"

Torch: “Christ - it's a romantic way to go really, it's part
of the heritage, it's your round i'n'it?”

Podemos não nos identificar com a forma do livro, mas sempre somos levados a pensar o que queremos de facto da vida. ( )
  TonyRAlmeida | May 11, 2024 |
First read in the 2000s while researching at MIT; it was excellent as a concentrated read devoid of distractions. ( )
  sfj2 | Apr 25, 2024 |
Finalmente anch’io ho letto il libro iconico della beat generation: ci è voluta la quarantena per convincermi a dargli una possibilità perché in tutta onestà non mi sembrava un libro che facesse per me. In effetti, in parte è stato così, ma sono abbastanza sicura che avrei apprezzato di più Sulla strada se Kerouac avesse usato meglio il suo talento.

La mia impressione alla fine della lettura è stata quella di un romanzo squilibrato: ci sono un sacco di pagine su posti visti, gente conosciuta e azioni svolte che magari nelle intenzioni di Kerouac volevano rompere le logiche borghesi, ma che a me sono sembrate solo un elenco fine a se stesso di posti, gente e azioni. Immagino che nel 1957 quelle pagine restituissero un significato dissacrante semplicemente esistendo, ma oggi mi è sembrato molto meno incisivo.

Tuttavia, ci sono delle scintille di critica alla società ancora perfettamente valide e puntuali nella loro denuncia. Ci è voluta un po’ di tenacia per vederle in mezzo ai posti, alla gente e alle azioni buttate lì, ma hanno reso la mia esperienza di lettura tutto sommato positiva e mi hanno messo voglia di leggere altro di Kerouac (consigli?). ( )
  lasiepedimore | Jan 14, 2024 |
A really good look at a specific period in US history. Nothing really transformative or redeeming about it - just a powerful taste of that time in our culture. ( )
  RobertSFox | Dec 12, 2023 |
Reads as the self-important ramblings of a solipsistic alcoholic gallivanting through America with no clear goal at all. His journey has not been ordered into anything readable at all: it sits there as a collection of disjointed episodes of youthful confidence, being about and leading to nothing. There is no reflection.
The only thing keeping this at two stars is the sheer enthusiasm of the writing. ( )
1 vote Maxim2 | Nov 15, 2023 |
Mostrando 1-5 de 386 (seguinte | mostrar todas)
The wonder of Kerouac’s muscular, free-form, imagistic language still astonishes. He remains an essential American mythologiser – one caught up in that backstreet world of bohemian life, before it was transformed by the harsh social Darwinism of capitalism. The title of his one towering achievement became a turn of phrase that went global, and his name became an adjective. That strikes me as not a bad legacy for a boy from the mean streets of post-industrial New England. A hundred years after his birth, we still want to live that Kerouacian vision of life as one long cool stretch of highway.
adicionado por rybie2 | editarThe New Statesman, Douglas Kennedy (May 1, 2022)
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Jack Kerouacautor principaltodas as ediçõescalculado
Brice, SilvijaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Buckley, PaulDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Charters, AnnIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Flesher, VivienneArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Golüke, GuidoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Holmes, AndrewArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Muller, FrankNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pivano, FernandaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sauter, PeeterTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vandenbergh, JohnTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Distinctions

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Filmes relacionados
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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I first met Dean not long after my wife and I split up.
Citações
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". . . and I shambled after as I've been doing all my life after people who interest me, because the only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars and in the middle you see the blue centerlight pop and everybody goes 'Awww!'"
In the window I smelled all the food of San Francisco.   There were seafood places out there where the buns were hot, and the baskets were good enough to eat too; where the menus themselves were soft with foody esculence as though dipped in hot broths roasted dry and good enough to eat too.  Just show me the bluefish spangle on a seafood menu, and I'd eat it; let me smell the butter and lobster claws.  There were places where hamburgers sizzled on grills and the coffee was only a nickel.  And oh, that pan fried chow mein flavored air that blew into my room from Chinatown, vying with the spaghetti sauces of North Beach, the soft-shell crab of Fisherman's Wharf- nay, the ribs of Fillmore turning on spits! Throw in the Market street chili beans, red-hot, and french-fried potatoes of the Embarcadero wino night, and steamed clams from Sausalito across the bay, and that's ah-dream of San Francisco.  Add fog, hunger making, raw fog, and the throb of neons in the soft night, the clack of high heeled beauties, white doves in a Chinese grocery window.
Great beautiful clouds floated overhead, valley clouds that made you feel the vastness of old tumbledown holy America from mouth to mouth and tip to tip.
'You have absolutely no regard for anybody but yourself and your damned kicks. All you think about is what's hanging between your legs and how much money or fun you can get out of people and then you just throw them aside. Not only that but you're silly about it. It never occurs to you that life is serious and there are people trying to make something decent out of it instead of just goofing all the time.'
Every one of these things I said was a knife at myself. Everything I had ever secretly held against my brother was coming out: how ugly I was and what filth I was discovering in the depths of my own impure psychologies.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
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Do not combine with On the Road: The Original Scroll
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

On the Road chronicles Jack Kerouac's years traveling the North American continent with his friend Neal Cassady, "a sideburned hero of the snowy West." As "Sal Paradise" and "Dean Moriarty," the two roam the country in a quest for self-knowledge and experience. Kerouac's love of America, his compassion for humanity, and his sense of language as jazz combine to make On the Road an inspirational work of lasting importance.

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Descrição do livro
Resumo em haiku

Biblioteca Histórica: Jack Kerouac

Jack Kerouac tem uma Biblioteca Histórica. As bibliotecas históricas são bibliotecas privadas de leitores famosos introduzidas por membros do LibraryThing que integram o grupo Biblioteca Históricas.

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Veja de a página de autor deJack Kerouac.

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