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Artificial Paradises: Baudelaire's…
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Artificial Paradises: Baudelaire's Masterpiece on Hashish (original: 1860; edição: 1998)

de D. Baudelaire

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
541333,847 (3.97)2
At the time of its release in 1860, Charles Baudelaire's "Artificial Paradises (Les Paradis Artificiels)" met with immediate praise. One of the most important French symbolists, Baudelaire led a debauched, violent, and ultimately tragic life, dying an opium addict in 1867. This book, a response to Thomas De Quincey's Confessions of an Opium Eater, serves as a memoir of Baudelaire's last years. In this beautifully wrought portrait of the effects of wine, opium, and hashish on the mind, Baudelaire captures the dreamlike visions he experienced during his narcotic trances. These hallucinations, sometimes exquisite, sometimes disturbing, and the delusions of grandeur that often accompanied them, constitute the Paradis Artificiels, the gorgeous yet false worlds of ecstasy that eventually led to his ruin. Contrasting the effects of hashish and opium with those of wine, Baudelaire concludes that "wine exalts the will, hashish destroys it" and makes idlers of all those who use it. This new translation of a controversial book provides fascinating reading as well as a key to the mind of a great writer.… (mais)
Membro:samchase
Título:Artificial Paradises: Baudelaire's Masterpiece on Hashish
Autores:D. Baudelaire
Informação:Citadel (1998), Paperback, 204 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Artificial Paradises de Charles Baudelaire (1860)

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Exibindo 3 de 3
Edition adorned with miniatures taken from oriental manuscripts relating to opium & hashish.
  AliceDbooks | Dec 21, 2020 |
Read
  Kindlegohome | Jul 15, 2015 |
Según Michel Butor, este libro que Baudelaire escribió sobre las drogas, el hachís y el opio, ocupa un lugar muy preciso en el conjunto de su obra. Además de las consideraciones sociales que establece sobre los resultados de la drogadicción, y tras estudiar la "multiplicación de la individualidad" producida por el hachís y el opio, que le interesa como artista, Baudelaire convierte Los paraísos en "su obra fundamental sobre la naturaleza de la poesía, y los productos en cuestión desempeñan en ellos el papel de dos grandes imágenes a las que podrá primero compararla y luego oponerla". ( )
1 vote coronacopado | Aug 15, 2011 |
Exibindo 3 de 3
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Charles Baudelaireautor principaltodas as ediçõescalculado
Aizsilniece, AnnaDesignerautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dimiņš, DensEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Grīnberga, GitaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rudzītis, GintsIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
Citações
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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At the time of its release in 1860, Charles Baudelaire's "Artificial Paradises (Les Paradis Artificiels)" met with immediate praise. One of the most important French symbolists, Baudelaire led a debauched, violent, and ultimately tragic life, dying an opium addict in 1867. This book, a response to Thomas De Quincey's Confessions of an Opium Eater, serves as a memoir of Baudelaire's last years. In this beautifully wrought portrait of the effects of wine, opium, and hashish on the mind, Baudelaire captures the dreamlike visions he experienced during his narcotic trances. These hallucinations, sometimes exquisite, sometimes disturbing, and the delusions of grandeur that often accompanied them, constitute the Paradis Artificiels, the gorgeous yet false worlds of ecstasy that eventually led to his ruin. Contrasting the effects of hashish and opium with those of wine, Baudelaire concludes that "wine exalts the will, hashish destroys it" and makes idlers of all those who use it. This new translation of a controversial book provides fascinating reading as well as a key to the mind of a great writer.

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