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Robinson Crusoe (1719)

de Daniel Defoe

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19,666264149 (3.57)535
During one of his several adventurous voyages in the 1600s, an Englishman becomes the sole survivor of a shipwreck and lives for nearly thirty years on a deserted island.
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An Englishman who has been stranded on a desert island for 28 years. With the supplies he is able to save from the ship that was lost during a violent storm, Crusoe ends up building a fort for a house and then creates for himself a mini paradise with his own work and effort in taming animals, harvesting fruits, planting and hunting. He recreates a civilization, with all its comforts and economy, except in the absence of human companionship. It is a time of hardship and learning to have faith in God for Crusoe, as he examines the beliefs with which he was raised.

After living alone for twenty years, Crusoe finds a human footprint in the sand and soon finds a tribe of cannibals. During his confrontation with the fierce warriors, he rescues a black man who would have been killed by them. Crusoe names this man Friday and treats him like a servant at first due to the color of his skin. A common view in imperial England at the time. However, the author treats Friday and the other "savages" as true human beings. Crusoe flees the island when a rebel ship sails to the coast. He helps the British captain to regain control of his ship and, in return for his service, receives transportation back to England.
Considered the first English novel, Robinson Crusoe is an adventure classic, in fact, it is the prototype of such novels, but with a more careful look, you will see thoughts about the importance of civilization, faith and friendship. ( )
  Marcos_Augusto | Feb 19, 2021 |
I know I'm supposed to like this book, but perhaps it was the fact that every male professor in the English department assigned that book from freshman year on. I would read it every time and hated it more with each reading. ( )
  GiGiGo | Feb 5, 2021 |
"En spännande berättelse om sjömannen Robinson Crusoes inre och yttre kamp för överlevnad - totalt isolerad på en öde ö. Den unge Robinson var tidigt driven av en obetvinglig längtan att gå till sjöss. Han får uppleva många äventyrliga resor runt om i världen innan han under en våldsam storm lider det skeppsbrott som för honom som ensam överlevande till en öde ö i Karibien."
  stenbackeskolan | Jan 13, 2021 |
"En spännande berättelse om sjömannen Robinson Crusoes inre och yttre kamp för överlevnad - totalt isolerad på en öde ö. Den unge Robinson var tidigt driven av en obetvinglig längtan att gå till sjöss. Han får uppleva många äventyrliga resor runt om i världen innan han under en våldsam storm lider det skeppsbrott som för honom som ensam överlevande till en öde ö i Karibien."
  stenbackeskolan | Jan 13, 2021 |
"En spännande berättelse om sjömannen Robinson Crusoes inre och yttre kamp för överlevnad - totalt isolerad på en öde ö. Den unge Robinson var tidigt driven av en obetvinglig längtan att gå till sjöss. Han får uppleva många äventyrliga resor runt om i världen innan han under en våldsam storm lider det skeppsbrott som för honom som ensam överlevande till en öde ö i Karibien."
  stenbackeskolan | Jan 13, 2021 |
Mostrando 1-5 de 264 (seguinte | mostrar todas)
“Robinson Crusoe,” though, remains something truly special: It belongs in that small category of classics — others are “The Odyssey” and “Don Quixote” — that we feel we’ve read even if we haven’t. Retellings for children and illustrations, like those by N.C. Wyeth, have made its key scenes universally recognizable.... A classic is a book that generations have found worth returning to and arguing with. Vividly written, replete with paradoxes and troubling cultural attitudes, revealing a deep strain of supernaturalism beneath its realist surface, “Robinson Crusoe” is just such a classic and far more than a simple adventure story for kids.
adicionado por danielx | editarWashington Post, Michael Dirda (pay site)
 
A friend of mine, a Welsh blacksmith, was twenty-five years old and could neither read nor write, when he heard a chapter of Robinson read aloud in a farm kitchen. Up to that moment he had sat content, huddled in his ignorance, but he left that farm another man. There were day-dreams, it appeared, divine day-dreams, written and printed and bound, and to be bought for money and enjoyed at pleasure. Down he sat that day, painfully learned to read Welsh, and returned to borrow the book. It had been lost, nor could he find another copy but one that was in English. Down he sat once more, learned English, and at length, and with entire delight, read Robinson... It was the scene of Crusoe at the wreck, if I remember rightly, that so bewitched my blacksmith. Nor is the fact surprising. Every single article the castaway recovers from the hulk is “a joy for ever” to the man who reads of them. They are the things that should be found, and the bare enumeration stirs the blood.
adicionado por SnootyBaronet | editarCornhill Magazine, Robert Louis Stevenson
 
Crusoe has been called a kind of Protestant monk, and it is true that he turns the chance of his isolation into an anchorite’s career. The story is one of spiritual realization — almost half a lifetime spent on contemplation works profound changes, whatever the subject’s religion. We can watch Crusoe become, year by year, a better, wiser man... Robinson Crusoe may still be the greatest English novel. Surely it is written with a mastery that has never been surpassed. It is not only as convincing as real life. It is as deep and as superficial as direct experience itself.
adicionado por SnootyBaronet | editarSaturday Review of Literature, Kenneth Rexroth
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Defoe, Danielautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Abbott, Elenore PlaistedIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Anthony, NigelNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
AviPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Becker, May LambertonIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bown, DerickIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Casaletto, TomNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Cortázar, JulioTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Crowley, Joseph DonaldEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dell'Acqua, EdgardoIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Duvoisin, RogerIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Eguía, Marta SusanaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Falké, PierreIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Finnemore, J.Ilustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Grandville, JeanIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hadden, J. CuthbertIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Herder, RonaldEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Keith, RonNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kelly, James Williamautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kredel, FritzIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Miller, Norbertautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Paget, WalterIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pocock, Guy N.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Richetti, JohnIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ross, AngusEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rowlands, WilliamTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Swados, HarveyPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vance, SimonNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vincent, OdetteIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ward, LyndIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Wilson, Edward ArthurIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Winter, MiloIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Woolf, VirginiaIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Wyeth, N.C.Ilustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Pertence à série publicada

Blau (15)

Está contido em

É reescrito em

Has the (non-series) sequel

Tem a adaptação

É resumida em

Inspirado

Tem como estudo

Tem um guia de estudo para estudantes

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Premiações
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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"I was born in the year 1632, in the city of York, of a good family, though not of that country, my father being a foreigner of Bremen, who settled first at Hull: he got a good estate by merchandise, and leaving off his trade, lived afterward at York, from whence he had married my mother, whose relations were named Robinson, a very good family in that country, and from whom I was called Robinson Kreutznaer; but, by the usual corruption of words in England, we are now called, nay, we call ourselves, and write our name Crusoe, and so my companions always called me.
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
During one of his several adventurous voyages in the 1600s, an Englishman becomes the sole survivor of a shipwreck and lives for nearly thirty years on a deserted island.

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Descrição do livro
Resumo em haiku

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Penguin Australia

4 edições deste livro foram publicadas por Penguin Australia.

Edições: 0141439823, 0140367225, 014119510X, 0141199067

Tantor Media

Uma edição deste livro foi publicada pela Tantor Media.

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Recorded Books

Uma edição deste livro foi publicada pela Recorded Books.

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