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The Book of Tea (1906)

de Kakuzō Okakura

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MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,267524,956 (3.9)51
Written in 1906 by a future philosopher and Zen teacher, this work, which was intended to be read aloud in a famous salon, interweaves the history of tea with Japanese society. It also contains essays on spirituality, poetry and art.
  1. 31
    Three Men in a Boat—To Say Nothing of the Dog de Jerome K. Jerome (aulsmith)
    aulsmith: Two books which appear to be about mundane matters on the surface, but are really about how to live life to the fullest
  2. 10
    Chinese Art of Tea de John Blofeld (iijjaallkkaa)
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This book is short yet sweet. I just wish it had aged better. The first couple of chapters were good but the additional detail in the back half of the book lost my attention. Cool to read though, from the library, don't spend your money on this one for your bookshelf ( )
  Evelyn.B | Jan 1, 2021 |
I read it twice, back to back on the same day (it's very short). I read it the second time to try and receive with a different expectation to see if it would make a difference. It is beautifully written but I didn't find it profound or insightful on either reading. ( )
  TeaTimeCoder | Dec 23, 2020 |
This book, although a fine piece of literature, is utterly useless for use in teaching English Communication.
  MichaelFS | Oct 27, 2020 |
Okakura uses tea, a drink partaken of in both East and West, as a way of demystifying Japanese culture and challenging Orientalism in Europe and America. Written in English for a Western audience, it is a wonderfully poetic introduction to Japanese culture and aesthetics. ( )
  Michael.Rimmer | Feb 16, 2020 |
The Book of Tea was written by Japanese scholar Kakuzo Okakura and was published in 1906.

While containing some interesting facts about the evolution of tea drinking and the history and significance behind the Tea Ceremony, this book is only marginally about tea. It’s more a treatise on Japanese art and culture as a whole. Entire chapters are devoted to architecture, art appreciation and flower arranging. However, Okakura eventually ties everything back to the importance of tea in the Asian cultures.

There is also considerable time spent discussing Taoism and its relationship to “Teaism.” The Book of Tea was written in support of a personal passion and it equates all "Teaist" practices to an art. While not an authoritative source of information for tea aficionados, the text is extremely quotable and has some beautiful descriptions of the importance of tea in the Japanese culture.

"In the liquid amber within the ivory porcelain, the initiated may touch the sweet reticence of Confucius, the piquancy of Laotse, and the ethereal aroma of Sakyamuni himself."

This book would be of interest to anyone wanting to better understand Japanese appreciation of beauty and order- regardless of whether you are a tea drinker. ( )
  pmtracy | Dec 17, 2019 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Kakuzō Okakuraautor principaltodas as ediçõescalculado
Faber, WillIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Soldevila, CarlesTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Steindorff, MargueriteTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Steindorff, UlrichTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vloemans, AntoonTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Tea began as a medicine and grew into a beverage.
Citações
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The whole idea of Teaism is a result of this Zen conception of greatness in the smallest incidents of life.
One day Soshi was walking on the bank of a river with a friend. "How delightfully the fishes are enjoying themselves in the water!" exclaimed Soshi. His friend spake to him thus: "You are not a fish; how do you know that the fishes are enjoying themselves?" "You are not myself," returned Soshi; "how do you know that I do not know that the fishes are enjoying themselves?"
Rikiu was watching his son Shoan as he swept and watered the garden path. "Not clean enough," said Rikiu, when Shoan had finished his task, and bade him try again. After a weary hour the son returned to Rikiu: "Father, there is nothing more to be done. The steps have been washed for the third time, the stone lanterns and the trees are well sprinkled with water, moss and lichens are shining with a fresh verdure; not a twig, not a leaf have I left on the ground." "Young fool," chided the tea-master, "that is not the way a garden path should be swept." Saying this, Rikiu stepped into the garden, shook a tree and scattered over the garden gold and crimson leaves, scraps of the brocade of autumn! What Rikiu demanded was not cleanliness alone, but the beautiful and the natural also.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Written in 1906 by a future philosopher and Zen teacher, this work, which was intended to be read aloud in a famous salon, interweaves the history of tea with Japanese society. It also contains essays on spirituality, poetry and art.

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Resumo em haiku

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