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The Apes of God (Penguin Twentieth Century…
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The Apes of God (Penguin Twentieth Century Classics) (original: 1930; edição: 1989)

de Wyndham Lewis (Autor), Paul Edwards (Prefácio)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
272176,185 (3.29)34
Membro:ednasilrak
Título:The Apes of God (Penguin Twentieth Century Classics)
Autores:Wyndham Lewis (Autor)
Outros autores:Paul Edwards (Prefácio)
Informação:Penguin Books Ltd (1989), Edition: Reprint edition, 656 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:to-read, 1001btrbyd

Detalhes da Obra

The Apes of God de Wyndham Lewis (1930)

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No 540 of 750 copies. Signed
  richardhobbs | Nov 27, 2010 |
The Apes of God can be read for one or two fine broad scenes of libel — the dinner party with the Finnish poet bawling his French verse - and for its general blood bath in the literary society of the Twenties. Its fatal limitation is triviality of subject; it was topical to attack the cult of art, but there is a whiff of provinciality about the odd man out. Exciting sentence by sentence, image by image, it is all too much page by page. The note of sanity is excellent, but sanity that protests too much becomes itself a kind of madness.
adicionado por SnootyBaronet | editarNew Statesman, V.S. Pritchett
 
The Apes of God is certainly a great book, one of the monumental satires of our day, and it deals with events and issues of great importance. It also goes out of its way to pay off specific grudges against various denizens of Bloomsbury, Chelsea, and Charlotte Street. It ends with an extremely specific attack on the Sitwells. It is all very entertaining, but it is rather too monumental and you miss much of the fun if you don’t know the people.
adicionado por SnootyBaronet | editarThe Nation, Kenneth Rexroth
 
Satire should (pardon the pun) be swift, and The Apes of God—all 650 pages of it in the recently published Penguin edition*—merely shambles along. The impression of extreme slowness derives from the careful brushwork, but we should be looking at the results of this, not be asked to admire the process. It is the time and the paint that Lewis gives us, not the instantaneous image dredged out of time; we're borne along—by a dreadful irony—in a flux that's near-frozen...

For all these strictures, The Apes of God ought to be read, if not all through (life being short). The big indigestible prose draws on a vast vocabulary and can be precise if not concise; it is also the idiosyncratic garment of a great, if pig- and wrong-headed, British personality. The visual concentration is a fine corrective in an age of careless and perfunctory description. It is no bad thing to send young novelists to art-class or to set them to the reading of exhibition catalogues—a useful part of their training, though it should not be the whole of their life. But, as a satirical novel, The Apes of God is an awe-inspiring failure.
adicionado por SnootyBaronet | editarObserver, Anthony Burgess
 
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico
Canonical LCC

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Avaliação

Média: (3.29)
0.5
1 1
1.5
2 4
2.5 1
3 5
3.5 1
4 6
4.5
5 3

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