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Mapping the Present: Heidegger, Foucault and…
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Mapping the Present: Heidegger, Foucault and the Project of a Spatial… (edição: 2002)

de Stuart Elden

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In a late interview, Foucault, suggested that Heidegger was for him the "essential philosopher." Taking this claim seriously, Mapping the Present assesses the relationship between these two thinkers, particularly on the issue of space and history. It suggests that space and history need to be rethought, and combined as a spatial history, rather than as a history of space. In other words, space should become not merely an object of analysis, but a tool of analysis.The first half of the book concentrates on Heidegger: from the early occlusion of space, through the politically charged readings of Nietzsche and Holderlin, to the later work on art, technology and the polis which accord equal status to issues of spatiality. Foucault's work is then rethought in the light of the analysis of Heidegger, and the project of a spatial history established through re-readings of his works on madness and discipline..… (mais)
Membro:taipan69
Título:Mapping the Present: Heidegger, Foucault and the Project of a Spatial History
Autores:Stuart Elden
Informação:Continuum (2002), Paperback, 232 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

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Mapping the Present: Heidegger, Foucault and the Project of a Spatial History de Stuart Elden

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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

In a late interview, Foucault, suggested that Heidegger was for him the "essential philosopher." Taking this claim seriously, Mapping the Present assesses the relationship between these two thinkers, particularly on the issue of space and history. It suggests that space and history need to be rethought, and combined as a spatial history, rather than as a history of space. In other words, space should become not merely an object of analysis, but a tool of analysis.The first half of the book concentrates on Heidegger: from the early occlusion of space, through the politically charged readings of Nietzsche and Holderlin, to the later work on art, technology and the polis which accord equal status to issues of spatiality. Foucault's work is then rethought in the light of the analysis of Heidegger, and the project of a spatial history established through re-readings of his works on madness and discipline..

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