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Humankind de Bregman Rutger
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Humankind (original: 2019; edição: 2021)

de Bregman Rutger (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
1,4653812,810 (4.21)1 / 21
It's a belief that unites the left and right, psychologists and philosophers, writers and historians. It drives the headlines that surround us and the laws that touch our lives. From Machiavelli to Hobbes, Freud to Dawkins, the roots of this belief have sunk deep into Western thought. Human beings, we're taught, are by nature selfish and governed by self-interest. Humankind makes a new argument: that it is realistic, as well as revolutionary, to assume that people are good. The instinct to cooperate rather than compete, trust rather than distrust, has an evolutionary basis going right back to the beginning of Homo sapiens. By thinking the worst of others, we bring out the worst in our politics and economics too. In this major book, internationally bestselling author Rutger Bregman takes some of the world's most famous studies and events and reframes them, providing a new perspective on the last 200,000 years of human history. From the real-life Lord of the Flies to the Blitz, a Siberian fox farm to an infamous New York murder, Stanley Milgram's Yale shock machine to the Stanford prison experiment, Bregman shows how believing in human kindness and altruism can be a new way to think--and act as the foundation for achieving true change in our society. It is time for a new view of human nature.… (mais)
Membro:GregorReader
Título:Humankind
Autores:Bregman Rutger (Autor)
Informação:BLOOMSBURY (2021), 465 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Informações da Obra

Humankind: A Hopeful History de Rutger Bregman (2019)

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 One Book One Thread: Humankind by Rutger Bregman1 não-lido / 12wonderY, Maio 26

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A great read, I really like a book that makes you think and this one does. It also makes a lot of sense about who were are as humans and why we act the way we do. It also explains why the modern world is what it is! ( )
  ltsmith | Apr 5, 2024 |
Ik ga eerlijk zijn: tijdens het lezen van dit boek gingen dikwijls mijn stekels omhoog en ergerde ik me geregeld aan het belerend toontje, de dominees-moraal, de naïeve eenzijdigheid. Ik vind het best verfrissend dat Bregman tegengas wil geven tegen de cynische, pessimistische kijk op de mens en op hoe we er vandaag voor staan, een negatieve kijk die constant gevoed wordt door de nieuwsmedia en grotendeels ook door de sociale media (één van zijn adviezen is trouwens om zoveel mogelijk weg te blijven van het nieuws en van de socials). Maar hij begaat de fout dat ook te willen bewijzen.
Zijn discours bestaat vooral uit het doorprikken van een aantal van de negatieve vooroordelen over de mens, bijvoorbeeld door vrij harde kritiek op sociale experimenten als het Milgram-experiment of het Stanford Prison-experiment, of door het ontkrachten van de mythe van de Paaseiland-bewoners die elkaar uitmoordden. Hij beschrijft dat allemaal heel vlot en zelfs spannend, alsof hij de eerste en enige is die er in slaagt te onthullen. Quod non: bijna geen enkel aspect dat Bregman aanhaalt is origineel, laat staan dat het het resultaat is van zijn eigen veldwerk. En er worden nogal wat krenten uit de pap gehaald.
Maar goed, misschien ben ik te streng en moet ik vooral waarderen dat hij een aantal negatieve evidenties over de mens in vraag stelt. Wat in elk geval overtuigend overkomt, is dat we de zogenaamde “vernistheorie”, namelijk dat beschaving maar een dun laagje is dat er in crisissituaties vlug afgaat, absoluut niet als dogma mogen nemen. Dat dit meteen bewijst dat “de meeste mensen deugen” (zoals de oorspronkelijke Nederlandse titel luidt) is een ander paar mouwen. Ik vrees dat het uiteindelijk voor eeuwig en altijd om geloof gaat gaan: ofwel geloof je er in, ofwel niet. Want de voorbeelden die hij aanhaalt, zoals de idyllische gevangenissen in Noorwegen of de reclamecampagnes waarmee een einde zou zijn gemaakt aan de FARC-oorlog in Colombia, overtuigen niet helemaal.
Toch wil ik het kind niet met het badwater weggooien. Dit boek bevat een aantal goede ideeën en voorstellen die inderdaad essentieel zijn om een betere wereld te creëren. Dat vertrouwen een veel betere fundament is dan haat, en dat vertrouwen minstens even besmettelijk kan (en moet) zijn, is zulk een verdienstelijk inzicht. Het is een boutade, ik weet het, maar je hebt mensen die altijd zullen vinden dat het glas halfleeg is, en je hebt mensen zoals Bregman die resoluut gaan voor het halfvolle. Van nature behoor ik tot de laatste groep. Het is wellicht de verdienste van dit boek dat het mijn geloof daarin niet aan het wankelen heeft gebracht. ( )
  bookomaniac | Feb 22, 2024 |
Listened to the audio version which was very well done. The book gives you lots of ideas to ponder...I’m still thinking about them. Definitely worth the time to read. ( )
  ellink | Jan 22, 2024 |
This is a great book with a great message, that there isn’t a ton of evidence that “human nature” is evil or that humans are inherently greedy or bad. From the Stanford Prison experiment to war to the Broken Windows theory, the author tackles these and many other pieces of evidence that are often pointed to as proof that people are basically garbage. Instead Bregman argues humans are basically cooperative, social, and good. He argues that we’ve achieved our top of the food chain status today not through our superior intellect or cunning but through our unique ability to be highly, highly social creatures. Additionally the author claims many of modern society’s social ills come from the simple principle that people behave how you expect them to. If you’re raised in a world that sees humans as basically shellfish and one bad day away from a “Purge” movie, you’re going to treat them that way and even develop those behaviors yourself.

While I don’t fully support everything Rutger Bregman has to say in this book (we’ll have to agree to disagree about his stance on punching Nazi’s), I do endorse his overall premise and can’t wait to read some of the works he’s cited. Overall this was a fascinating, read-able work and a bit of much needed hope in a difficult year.
( )
  Autolycus21 | Oct 10, 2023 |
Bregman, nosso centrista honorário, traz mais um livro fácil de ler, voltado para o grande público, que, apesar de soar aqui e ali simplificado e um pouco grosseiro, convence no geral e é bastante interessante. O tema principal circula sobre como é cômodo, psicologicamente e depois socialmente, tomarmos o humano como essencialmente egoísta e a sociedade como um verniz de civilidade. A hipótese de Bregman é que isso seria um nocebo (um placebo ruim), e Rosseau estava certo (embora soe apressado os elogios à fase coletora-caçadora da nossa espécie, ao menos o autor não deixa de comentar os avanços da regulação racional do comportamento). Nessa jornada o autor faz divulgação científica de teses sobre a origem de nossa espécie, seu sucesso (contra neandertais mais fortes e inteligentes), introduz a correlação entre docilidade e inteligência (selecionar docilidade acaba selecionando inteligência, em animais) e nos chama de homus-cachorrinho. Aproveita para convencer-nos o quanto a visão da interação social de O Senhor das Moscas é irrealista, e dá um exemplo similar, mas real, de "garotos perdidos na ilha deserta", aliás, muito mais ensolarado. Desmistifica o bando de charlatões da psicologia comportamental com os controversos experimentos da prisão, da inimizade entre garotos, do aumento de voltagem do choque, consultando a literatura que descreve as condições de aplicação destes. Passeia pela biologia e psicologia atual para apoiar a tese (consistente) de que somos inatamente cooperativos. Por fim, aconselha evitar notícias, esperar o melhor dos outros, prefira a compaixão (mais mediada racionalmente) que a empatia, ser bom etc. E fornece exemplos de iniciativas fofas de sucesso, mas sem ser brega demais, embora às vezes soe esperançoso demais (e sim, democracia participativa porto-alegrense consta lá). ( )
  henrique_iwao | Jul 29, 2023 |
Mostrando 1-5 de 38 (seguinte | mostrar todas)
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Bregman, Rutgerautor principaltodas as ediçõesconfirmado
De Korte, LeonInfographicsautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dieudonné, CléaIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dieudonné, CléaContribuinteautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dunnink, HaraldArt directionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Jonkers, AndreasEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Manton, ElizabethTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Medendorp, HarminkeEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Moore, EricaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Postma, LeonDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Tillema, AnneliekeCorrectionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Van Dam, MartijnDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Eventos importantes
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Epígrafe
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'De mens zal beter worden
als je hem toont hoe hij is.'
- Anton Tsjechov (1860-1904)
Dedicatória
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Voor mijn ouders
Primeiras palavras
Citações
Últimas palavras
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

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It's a belief that unites the left and right, psychologists and philosophers, writers and historians. It drives the headlines that surround us and the laws that touch our lives. From Machiavelli to Hobbes, Freud to Dawkins, the roots of this belief have sunk deep into Western thought. Human beings, we're taught, are by nature selfish and governed by self-interest. Humankind makes a new argument: that it is realistic, as well as revolutionary, to assume that people are good. The instinct to cooperate rather than compete, trust rather than distrust, has an evolutionary basis going right back to the beginning of Homo sapiens. By thinking the worst of others, we bring out the worst in our politics and economics too. In this major book, internationally bestselling author Rutger Bregman takes some of the world's most famous studies and events and reframes them, providing a new perspective on the last 200,000 years of human history. From the real-life Lord of the Flies to the Blitz, a Siberian fox farm to an infamous New York murder, Stanley Milgram's Yale shock machine to the Stanford prison experiment, Bregman shows how believing in human kindness and altruism can be a new way to think--and act as the foundation for achieving true change in our society. It is time for a new view of human nature.

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