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The Crucible: A Play in Four Acts (1953)

de Arthur Miller

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15,478160348 (3.65)252
"I believe that the reader will discover here the essential nature of one of the strangest and most awful chapters in human history," Arthur Miller wrote in an introduction to The Crucible, his classic play about the witch-hunts and trials in seventeenth-century Salem, Massachusetts. Based on historical people and real events, Miller's drama is a searing portrait of a community engulfed by hysteria. In the rigid theocracy of Salem, rumors that women are practicing witchcraft galvanize the town's most basic fears and suspicions; and when a young girl accuses Elizabeth Proctor of being a witch, self-righteous church leaders and townspeople insist that Elizabeth be brought to trial. The ruthlessness of the prosecutors and the eagerness of neighbor to testify against neighbor brilliantly illuminate the destructive power of socially sanctioned violence. Written in 1953, The Crucible is a mirror Miller uses to reflect the anti-communist hysteria inspired by Senator Joseph McCarthy's witch-hunts in the United States. Within the text itself, Miller contemplates the parallels, writing: "Political opposition ... is given an inhumane overlay, which then justifies the abrogation of all normally applied customs of civilized behavior. A political policy is equated with moral right, and opposition to it meets with diabolical malevolence."… (mais)
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Bibliotecas HistóricasThomas Mann, Astrid Lindgren
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5/10 ( )
  Shelldrome | May 23, 2024 |
I had read this play in high school and I remember being quite fascinated by it. I enjoyed it this time as well. It's so interesting how people can get so caught up in something that they no longer use common sense. It's also sad how far some people will go to exact revenge on someone else. Whether that was the intent or was an unintended consequence. The fact that this was based on true events made it so much more interesting but also much sadder.
This book was reviewed on the Literary Club Podcast episode 58
https://www.buzzsprout.com/1984185 ( )
  Piper29 | May 13, 2024 |
How easy the words of others can conform people to believe and think things to be truth. We see this daily in modern times. While it may not be hangings, there is a form of “witch hunts” that happen.

I have found that I am not a fan of reading plays. ( )
  mybookloveobsession | Mar 12, 2024 |
I can't decide if I didn't like this play cause the story is frustrating or cause the play is dumb. Either way I didn't like it, so I guess it doesn't really matter why ( )
  bookonion | Mar 10, 2024 |
I love John. ( )
  VidKid369 | Dec 2, 2023 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Miller, ArthurAutorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Bigsby, ChristopherIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Boehlke, HenningDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dreyfuss, RichardNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Keach, StaceyNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Watts, RichardIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Weales, Gerald CliffordEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Wood, E. R.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Está contido em

Tem a adaptação

Tem como estudo

Tem como suplemento

Tem um comentário sobre o texto

Tem um guia de estudo para estudantes

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Epígrafe
Dedicatória
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For Mary
Primeiras palavras
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A small upper bedroom in the home of Reverend Samuel Parris, Salem, Massachusetts, in the spring of the year 1692.
A Note on the Historical Accuracy of This Play

This play is not history in the sense in which the word is used by the academic historian.
Citações
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PROCTOR: I have trouble enough without I come five mile to hear him preach only hellfire and bloody damnation. Take it to heart, Mr. Parris. There are many others who stay away from church these days because you hardly ever mention God any more.
PARRIS: There is a party in this church. I am not blind; there is a faction and a party.

PROCTOR: Against you?
PUTNAM: Against him and all authority.
PROCTOR: Why, then I must find it and join it.
PARRIS. Why could there not have been poppets hid where no one ever saw them?
PROCTOR. There might also be a dragon with five legs in my house, but no one has ever seen it.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
LCC Canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

"I believe that the reader will discover here the essential nature of one of the strangest and most awful chapters in human history," Arthur Miller wrote in an introduction to The Crucible, his classic play about the witch-hunts and trials in seventeenth-century Salem, Massachusetts. Based on historical people and real events, Miller's drama is a searing portrait of a community engulfed by hysteria. In the rigid theocracy of Salem, rumors that women are practicing witchcraft galvanize the town's most basic fears and suspicions; and when a young girl accuses Elizabeth Proctor of being a witch, self-righteous church leaders and townspeople insist that Elizabeth be brought to trial. The ruthlessness of the prosecutors and the eagerness of neighbor to testify against neighbor brilliantly illuminate the destructive power of socially sanctioned violence. Written in 1953, The Crucible is a mirror Miller uses to reflect the anti-communist hysteria inspired by Senator Joseph McCarthy's witch-hunts in the United States. Within the text itself, Miller contemplates the parallels, writing: "Political opposition ... is given an inhumane overlay, which then justifies the abrogation of all normally applied customs of civilized behavior. A political policy is equated with moral right, and opposition to it meets with diabolical malevolence."

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