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Bittere kruid de Marga Minco
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Bittere kruid (1957)

de Marga Minco

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
333859,191 (3.34)22
Die Autorin, Tochter orthodoxer Juden, schildert ihre Verfolgung durch die Nationalsozialisten seit dem Einmarsch in die Niederlande. Zunächst einmal nahm ihre Familie die Bedrohung nicht ernst. 'Uns begegneten jetzt regelmäßig Soldaten der Besatzungstruppen. Wir gingen einfach an ihnen vorbei. 'Siehst du wohl', sagte mein Vater, als wir fast zu Hause waren, 'sie tun uns nichts'.' (S. 11). Auch der Judenstern, der nun Pflicht wird, scheint eher ein praktisch-ästhetisches Problem zu sein. 'Meine Mutter nahm einen aus dem Päckchen heraus und betrachtete ihn aufmerksam. 'Ich werde mal nachsehen, ob ich gelbe Nähseide im Haus habe', sagte sie. 'Sie sind orange', sagte ich, 'dafür muß man orangefarbenes Garn nehmen'. 'Ich glaube, es ist besser', sagte Lotte, die Frau meines Bruders, 'Garn in der Farbe des Mantels zu nehmen'. 'Das wird scheußlich auf meiner roten Jacke aussehen', sagte Bettie.' (S. 17). Nach und nach wird die ganze Familie von den Nationalsozialisten abgeholt, nur die jüngste Tochter, die Autorin, kann untertauchen. Mit gefärbten Haaren und einem neuen Paß gelingt es ihr, bis 1945 durchzukommen. Verschiedene Leute nehmen sie, zum Teil gegen Bezahlung, vorübergehend auf. Nach dem Krieg trifft sie sich noch einige Male mit ihrem Onkel, dem einzigen Überlebenden ihrer Familie. Jeden Tag geht er zur Straßenbahnhaltestelle, um seine Angehörigen abzuholen. Er kann und will nicht glauben, daß keiner wiederkommt. 'Aber mir fehlt der Glaube meines Onkels. Sie würden niemals wiederkommen, mein Vater nicht, meine Mutter nicht, Bettie nicht, weder Dave noch Lotte.' (S. 101). U. B. … (mais)
Membro:rijkm
Título:Bittere kruid
Autores:Marga Minco
Informação:Bert Bakker (Harde kaft)
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Bitter Herbs: A Little Chronicle de Marga Minco (1957)

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És esgarrifós el que vam ser capaços de fer amb la comunitat jueva en els anys previs i durant la Segona Guerra Mundial.
Aquesta novel·la (molt curta), que s'endevina autobiogràfica -qui si no ho podria explicar amb tanta profunditat- narra el procés de marginalització, primer, i d'aniquilació, després, dels jueus a Holanda, i la lluita per la supervivència.
El que més m'ha impressionat? el desconcert i la "normalització" de tot el procés entre els jueus i la seva (quasi) resignació, explicat tot amb una aparent lleugeresa que amaga molt, molt de dolor. ( )
  Montserratmv | Mar 3, 2020 |
lichtgele rug
  Wilmar.Zomer | Sep 4, 2016 |
Andere recensies & gedachten:

Iris on Books (in English): http://irisonbooks.com/2012/06/24/bitter-herbs-by-marga-minco/
  Nadyne03 | Jul 1, 2012 |
A gripping novella in which the main character describes how she and her jewish family experience the war and the holocaust in the Netherlands. The simple, subdued style is breath-taking and leaves a larger impression than a more elaborated style would have done. ( )
  Trifolia | Jun 13, 2012 |
Een pareltje in de holocaustliteratuur, vooral door zijn onthechte, bijna klinische registratie van wat er met en rond de ik-persoon, de jonge Marga neem ik aan, gebeurt. Hallucinant is de lijdzame, verwonderde manier waarop zij en haar familie de nazivervolging ondergaan. De holocaust wordt nooit expliciet genoemd, het grote wereldgebeuren zit op de achtergrond, maar zijn nefaste werking vertaalt zich in schokkende kleine dingen. ( )
  bookomaniac | Jul 15, 2011 |
Mostrando 1-5 de 8 (seguinte | mostrar todas)
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Epígrafe
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Primeiras palavras
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Het begon op een dag, dat mijn vader zei: "We gaan eens kijken of iedereen er weer is".
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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Die Autorin, Tochter orthodoxer Juden, schildert ihre Verfolgung durch die Nationalsozialisten seit dem Einmarsch in die Niederlande. Zunächst einmal nahm ihre Familie die Bedrohung nicht ernst. 'Uns begegneten jetzt regelmäßig Soldaten der Besatzungstruppen. Wir gingen einfach an ihnen vorbei. 'Siehst du wohl', sagte mein Vater, als wir fast zu Hause waren, 'sie tun uns nichts'.' (S. 11). Auch der Judenstern, der nun Pflicht wird, scheint eher ein praktisch-ästhetisches Problem zu sein. 'Meine Mutter nahm einen aus dem Päckchen heraus und betrachtete ihn aufmerksam. 'Ich werde mal nachsehen, ob ich gelbe Nähseide im Haus habe', sagte sie. 'Sie sind orange', sagte ich, 'dafür muß man orangefarbenes Garn nehmen'. 'Ich glaube, es ist besser', sagte Lotte, die Frau meines Bruders, 'Garn in der Farbe des Mantels zu nehmen'. 'Das wird scheußlich auf meiner roten Jacke aussehen', sagte Bettie.' (S. 17). Nach und nach wird die ganze Familie von den Nationalsozialisten abgeholt, nur die jüngste Tochter, die Autorin, kann untertauchen. Mit gefärbten Haaren und einem neuen Paß gelingt es ihr, bis 1945 durchzukommen. Verschiedene Leute nehmen sie, zum Teil gegen Bezahlung, vorübergehend auf. Nach dem Krieg trifft sie sich noch einige Male mit ihrem Onkel, dem einzigen Überlebenden ihrer Familie. Jeden Tag geht er zur Straßenbahnhaltestelle, um seine Angehörigen abzuholen. Er kann und will nicht glauben, daß keiner wiederkommt. 'Aber mir fehlt der Glaube meines Onkels. Sie würden niemals wiederkommen, mein Vater nicht, meine Mutter nicht, Bettie nicht, weder Dave noch Lotte.' (S. 101). U. B.

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