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Life Is Elsewhere de Milan Kundera
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Life Is Elsewhere (original: 1973; edição: 2000)

de Milan Kundera, Aaron Asher

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,998156,062 (3.85)7
The author initially intended to call this novel The Lyrical Age. The lyrical age, according to Kundera, is youth, and this novel, above all, is an epic of adolescence; an ironic epic that tenderly erodes sacrosanct values: childhood, motherhood, revolution, and even poetry. Jaromil is in fact a poet. His mother made him a poet and accompanies him (figuratively) to his love bed and (literally) to his deathbed. A ridiculous and touching character, horrifying and totally innocent ("innocence with its bloody smile"!), Jaromil is at the same time a true poet. He's no creep, he's Rimbaud. Rimbaud entrapped by the communist revolution, entrapped in a somber farce.… (mais)
Membro:eyaddarras
Título:Life Is Elsewhere
Autores:Milan Kundera
Outros autores:Aaron Asher
Informação:Harper Perennial (2000), Edition: 1st, Paperback, 432 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Life Is Elsewhere de Milan Kundera (1973)

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Prólogo de Carlos Fuentes
  GermanRestrepo | Feb 19, 2021 |
La Plaisanterie, titre du roman qui fit connaître Kundera du public français, était aussi le thème principal des récits réunis dans Risibles amours. Plaisanterie innocente qui dans un monde de "procès" à la Kafka, conduit à l'inextricable culpabilité : voilà le mécanisme que l'auteur perçait à jour.
  AFNO | Jan 14, 2020 |
My late 20s illustrated a certain cooling of conviction. It was a grassy hill in early spring, I believe I had bought this new and found my own views on poetry and revolution echoed, Hell, anticipated by Kundera. This is a novel of resignation. ( )
  jonfaith | Feb 22, 2019 |
> L'auteur avait tout d'abord pensé intituler ce roman L'âge lyrique. L'âge lyrique, selon Kundera, c'est la jeunesse, et ce roman est avant tout une épopée de l'adolescence ; épopée ironique qui corrode tendrement les valeurs tabous : l'Enfance, la Maternité, la Révolution et même – la Poésie. En effet, Jaromil est poète. C'est sa mère qui l'a fait poète et qui l'accompagne (immatériellement) jusqu'à ses lits d'amour et (matériellement) jusqu'à son lit de mort. Personnage ridicule et touchant, horrible et d'une innocence totale (« l'innocence avec son sourire sanglant » !), Jaromil est en même temps un vrai poète. Il n'est pas salaud, il est Rimbaud. Rimbaud pris au piège de la > révolution communiste, pris au piège d'une farce noire. --Pauline Hamon (Culturebox)

> Milan Kundera : LA VIE EST AILLEURS, traduit du tchèque par François Kerel (Gallimard).
Se reporter au compte rendu de Christian Audejean
In: Revue Esprit Nouvelle série, No. 431 (1) (JANVIER 1974), pp. 164-166… ; (en ligne),
URL : https://drive.google.com/file/d/1hiicWr9NM3r0Ru5i8U3Mbda7z-GrPsWR/view?usp=shari...
  Joop-le-philosophe | Dec 28, 2018 |
Kundera est très inégal... et là il est parfaitement précis et touchant! ( )
  Nikoz | Oct 29, 2018 |
Mostrando 1-5 de 15 (seguinte | mostrar todas)
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Kundera, Milanautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Beranová, JanaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Quando la madre del poeta si domandava dove il poeta era stato concepito, si presentavano solo tre possibilità: o una sera sulla panchina di un giardino pubblico, o un pomeriggio nell'appartamento di un collega del padre del poeta, oppure una mattina in un posticino romantico nei dintorni di Praga. Quando il padre del poeta si poneva la stessa domanda, arrivava alla conclusione che il poeta era stato concepito nell'appartamento del collega, perchè quel giorno tutto gli era andato storto.
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

Nenhum(a)

The author initially intended to call this novel The Lyrical Age. The lyrical age, according to Kundera, is youth, and this novel, above all, is an epic of adolescence; an ironic epic that tenderly erodes sacrosanct values: childhood, motherhood, revolution, and even poetry. Jaromil is in fact a poet. His mother made him a poet and accompanies him (figuratively) to his love bed and (literally) to his deathbed. A ridiculous and touching character, horrifying and totally innocent ("innocence with its bloody smile"!), Jaromil is at the same time a true poet. He's no creep, he's Rimbaud. Rimbaud entrapped by the communist revolution, entrapped in a somber farce.

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