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We'll to the woods no more de Edouard…
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We'll to the woods no more (edição: 1957)

de Edouard Dujardin

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
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A delightful period piece of Paris in the late 1880's, We'll to the Woods No More ( Les lauriers sont coupes ) retains its importance as the first use of the monologue interieur and the inspiration for the stream-of-consciousness technique perfected by James Joyce. Dujardin's charming tale, told with insight and irony, recounts what goes on in the mind of a young man-about-town in love with a Parisian actress. Mallarme described the poetry of the telling as the instant seized by the throat." Originally published in France in 1887, the first English translation (by Joyce scholar Stuart Gilbert) was published by New Directions in 1938. In 1957 Leon Edel'sperceptive historical essay reintroduced the book as "the rare and beautiful case of a minor work which launched a major movement." "… (mais)
Membro:bibliosage
Título:We'll to the woods no more
Autores:Edouard Dujardin
Informação:[New York] New Directions [1958, c1957]
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

We'll to the Woods No More de Edouard Dujardin

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Gezapig, grappig en innemend melodrama over de innerlijke zielenstrijd van een dandyeske rechtenstudent die aanpapt met een Parijs cabaretmeisje op het einde van de 19de eeuw: enerzijds wil hij haar veroveren en steekt zich in schulden voor haar, anderzijds worstelt hij met vreemde platonische ideeën en lonkt met voortduring naar andere vrouwen. Meer dan een gewone liefdesgeschiedenis dankzij de subtiele en intuïtieve stijl. Deze weinig bekende roman verscheen voor het eerst in 1887 en is vooral bekend omdat Dujardin er als eerste het literaire procédé van de 'monologue intérieur' (meesterlijk) gebruikte. Joyce heeft altijd beweerd dat hij bij 'Les lauriers sont coupés' de mosterd had gehaald voor onder meer 'Ulysses'. Maar dat is allemaal bijzaak, zoals vertaler Edu Borger stelt in zijn voorwoord: 'Al lezend vergeet men het historische belang, het is een fonkelend literair kleinood.' ( )
  MaerCat | Jan 7, 2017 |
James Joyce was supposedly influenced by Dujardin’s use of the ‘interior monologue’. Whether this is true or not, WE’LL TO THE WOODS NO MORE is a delightful story of a young man’s love for a Parisian actress. ( )
  zenosbooks | Feb 25, 2009 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Edouard Dujardinautor principaltodas as ediçõescalculado
Borger, EduTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Pertence à série publicada

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Citações
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Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

A delightful period piece of Paris in the late 1880's, We'll to the Woods No More ( Les lauriers sont coupes ) retains its importance as the first use of the monologue interieur and the inspiration for the stream-of-consciousness technique perfected by James Joyce. Dujardin's charming tale, told with insight and irony, recounts what goes on in the mind of a young man-about-town in love with a Parisian actress. Mallarme described the poetry of the telling as the instant seized by the throat." Originally published in France in 1887, the first English translation (by Joyce scholar Stuart Gilbert) was published by New Directions in 1938. In 1957 Leon Edel'sperceptive historical essay reintroduced the book as "the rare and beautiful case of a minor work which launched a major movement." "

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