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Human Acts de Kang Han
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Human Acts (original: 2014; edição: 2016)

de Kang Han (Auteur)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
87316819,082 (4.22)184
Gwangju, South Korea, 1980. In the wake of a viciously suppressed student uprising, a boy searches for his friend's corpse, a consciousness searches for its abandoned body, and a brutalised country searches for a voice. In a sequence of interconnected chapters the victims and the bereaved encounter censorship, denial, forgiveness and the echoing agony of the original trauma.Human Acts is a universal book, utterly modern and profoundly timeless. Already a controversial bestseller and award-winning book in Korea, it confirms Han Kang as a writer of immense importance.… (mais)
Membro:SGLongstaff
Título:Human Acts
Autores:Kang Han (Auteur)
Informação:Granta Books (2016), 224 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Work Information

Human Acts de Han Kang (2014)

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Inglês (173)  Catalão (1)  Todos os idiomas (174)
Mostrando 1-5 de 174 (seguinte | mostrar todas)
The Gwangju Uprising is a bloody stain on Korea’s path to democracy. Yet so many even today perpetuate white-washed revisionism. Kang offers words where trauma has kept so many silent, exposing gruesome details of civilians brutally razed down by Chun’s militant rule. Part historical testimonial, part spoken word poetry, Human Acts speaks to senseless horrors whose legacy still walks among us. However, the singular focus on trauma at the expense of broader historical contextualization or the victims’ eventual agency felt like a missed opportunity. ( )
  jiyoungh | May 3, 2021 |
**Won in a First Reads giveaway**

“Is it true that human beings are fundamentally cruel? Is the experience of cruelty the only thing we share as a species? Is the dignity that we cling to nothing but self-delusion, masking from ourselves the single truth: that each one of us is capable of being reduced to an insect, a ravening beast, a lump of meat? To be degraded, slaughtered - is this the essential of humankind, one which history has confirmed as inevitable?”

A masterful book - I'll definitely pick up The Vegetarian - and a painful read. Han Kang writes about the Gwangju Uprising, specifically, and its consequences, but the larger themes are captured in the quoted excerpt. She writes with equal skill of both the physical and psychological violence inflicted upon bodies, individually and collectively. It sounds grim (it often is), but it's full of small, beautiful moments that leave room for hope.
( )
  CarrieT | Feb 17, 2021 |
Han Kang uses this novel to address the most traumatic incident in recent South Korean history, the brutal suppression of protests against the military government of Chun Doo-hwan in Gwangju in May, 1980, which resulted in an estimated 2000 civilian deaths, many of them students and young people.

She takes as the focal point of her story the schoolboy Dong-Ho, who, during the brief interlude when the troops withdraw and the protesters are left in control of the city, comes to the improvised morgue the protesters have set up in a sports hall, looking for the friend who was separated from him when they got caught up in the unrest. He doesn't find him, but stays on to help the volunteers in the morgue, driven by an Antigone-like compulsion to express his humanity through respect for the dead as a way of dealing with the horror of what is going on around him.

Han builds out from Dong-Ho to the people around him, and looks at what happened to them in the aftermath and how it affected their subsequent lives, until she finally gets to herself as someone who didn't live that experience, but who became aware of Dong-Ho's story and found a need to tell it.

A harrowing and rather beautiful book, which doesn't attempt to offer a political or psychological explanation for how such large-scale acts of brutality can occur, but gives us some kind of insight into the complexity of their effects. ( )
  thorold | Aug 1, 2020 |
Didn't like this as much as The Vegetarian, but this is another quick, powerful read from Han Kang! ( )
  allison_s | May 25, 2020 |
Read 2017. ( )
  sasameyuki | May 8, 2020 |
Mostrando 1-5 de 174 (seguinte | mostrar todas)
Human Acts is an easy book to admire but not an easy one to read.
 
The result is nothing short of breathtaking. It’s also brutally honest, graphic in its depiction of death and torture (waterboarding, a wooden ruler shoved into a character’s vagina, you name it), and unrelentingly bleak.
 
Human Acts grapples with the fallout of a massacre and questions what humans are willing to die for and in turn what they must live through. Kang approaches these difficult and inexorable queries with originality and fearlessness, making Human Acts a must-read for 2017.
 
But Han Kang has an ambition as large as Milton's struggle with God: She wants to reconcile the ways of humanity to itself.
adicionado por ScattershotSteph | editarNPR Books, Annalisa Quinn (Jan 21, 2017)
 
Kang’s masterful pacing and extraordinary attentiveness allow her to recount the gruesome history of the Gwangju Uprising while returning — always returning — to nuanced scenes of kindness and love, which pour light upon an otherwise desolate backdrop.
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Han Kangautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Jung, GretaNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kim, JenniferNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Oh, SandraNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Smith, DeborahIntroduction and Translationautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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"Looks like rain," you mutter to yourself.
Citações
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I never let myself forget that every single person I meet is a member of this human race.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
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Idioma original
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CDD/MDS canônico
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Gwangju, South Korea, 1980. In the wake of a viciously suppressed student uprising, a boy searches for his friend's corpse, a consciousness searches for its abandoned body, and a brutalised country searches for a voice. In a sequence of interconnected chapters the victims and the bereaved encounter censorship, denial, forgiveness and the echoing agony of the original trauma.Human Acts is a universal book, utterly modern and profoundly timeless. Already a controversial bestseller and award-winning book in Korea, it confirms Han Kang as a writer of immense importance.

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