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The Library at Night de Alberto Manguel
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The Library at Night (original: 2006; edição: 2009)

de Alberto Manguel (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,421654,803 (4.11)202
Inspired by the process of creating a library for his home near the Loire, in France, Alberto Manguel, writer on books and reading, has taken up the subject of libraries. "Libraries have always seemed to me pleasantly mad places, and for as long as I can remember I've been seduced by their labyrinthine logic." In this personal, deliberately unsystematic, and wide-ranging book, he offers a meditation on the meaning of libraries. Manguel, a guide of irrepressible enthusiasm, conducts a unique library tour that extends from his childhood bookshelves to the Internet, from Ancient Egypt and Greece to the Arab world, from China and Rome to Google. He ponders the personal libraries of Charles Dickens, Jorge Luis Borges, and others. He recounts stories of people who have struggled against tyranny to preserve freedom of thought, oral "memory libraries" kept alive by prisoners, libraries of banned books, and the library of books never written.--From publisher description.… (mais)
Membro:jncc
Título:The Library at Night
Autores:Alberto Manguel (Autor)
Informação:Yale University Press (2009), 400 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:to-read

Work Information

The Library at Night de Alberto Manguel (2006)

  1. 30
    Library: An Unquiet History de Matthew Battles (Ludi_Ling)
  2. 10
    Used and Rare: Travels in the Book World de Lawrence Goldstone (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Bibliophiles meditate on the considerations of assembling a library
  3. 10
    On the Map: why the World Looks the Way it Does de Simon Garfield (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Does for Maps what Manguel's book does for libraries.
  4. 00
    Resa i tysta rum : okända svenska slottsbibliotek de Per Wästberg (bonne1978)
  5. 00
    Libraries in the Ancient World de Lionel Casson (Ludi_Ling)
  6. 00
    Sixpence House de Paul Collins (CGlanovsky)
    CGlanovsky: A bibliophile reflects on books, bookselling, writing and reading in the book-filled Welsh town of Hay-on-Wye
  7. 00
    The Library: An Illustrated History de Stuart A. P. Murray (Jannes)
    Jannes: Nice Coffee table-ish book that should be a treat for anyone with an interest in libraries and library history.
  8. 01
    The Polysyllabic Spree de Nick Hornby (kristenn)
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Mostrando 1-5 de 64 (seguinte | mostrar todas)
Manguel shares with us the ideal life of a bibliophile from the vantage point of someone with the means to live that life. He intercuts his own story with fascinating histories of other notable libraries and bibliophiles. ( )
  imagists | Sep 26, 2021 |
A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas.

Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados? Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias: Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado; há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados; há livros perdidos, livros proibidos, livros digitais, livros que ficam numa prateleira demasiado alta e livros imaginados – mas todos eles ocupam um espaço e enchem estantes pelo mundo, tal como preenchem esta "Biblioteca à Noite".
  LuisFragaSilva | Dec 11, 2020 |
The author seems a bit full of himself. I own the books I do because I enjoy them, not to impress others about how literate I am.

I have bookcases in the rooms we live in, not a separate library with a wall from a medieval castle. Well, good for him, but it makes relating to what he writes very difficult. I gave up fairly early. ( )
1 vote MarthaJeanne | Jan 30, 2020 |
A. Manguel, comme dans ses précédents essais, nous livre une réflexion riche, érudite et humoristique sur les bibliothèques du monde et de la sienne en particulier ( )
  KersuFr | Nov 18, 2019 |
A book about libraries and reading is a bit of an easy mark, but this one was done well. The prose is lucid and familiar, the subject is broad across time and place, and the curious facts and incidental stories are frequent. My kind of book. ( )
1 vote Eoin | Jun 3, 2019 |
Mostrando 1-5 de 64 (seguinte | mostrar todas)
The Library at Night, fortunately, is more than a tour of the microcosm contained in Manguel's converted barn. Its fondness for leathery bindings and its fussy annoyance about the 'evil white scabs' of price-stickers slimily glued to book jackets soon give way to a crusading defence of the library as a mental sanctuary, a repository of memory, the only kind of home that has any emotional value for Manguel the deracinated cosmopolitan.
adicionado por Ludi_Ling | editarThe Observer, Peter Conrad (Apr 22, 2008)
 
Manguel beschrijft de vele facetten en problemen van het verzamelen, zowel voor de particuliere verzamelaar als voor de professionele bibliothecaris.
Wie het boek van Alberto Manguel leest, maakt een boeiende en interessante reis door de boekenwereld van vele eeuwen. Boeiende beschrijvingen, doortrokken met anekdotes die in Manguels fabelachtige geheugen liggen opgeslagen. Ik raad iedereen die meer dan honderd boeken heeft aan dit boek te kopen en te lezen
adicionado por sneuper | editarReformatorisch Dagblad, Ton Bolland (Jan 23, 2008)
 
De bibliotheek bij nacht is een boek over de manieren waarop de mens door de eeuwen heen boeken heeft verzameld en bibliotheken heeft vormgegeven. Manguel is niet alleen geïnteresseerd in geschiedenis en architectuur, maar ook in de psychologie van de bibliothecaris, waarbij hij volop ruimte biedt aan anekdotes die ergens in zijn fabelachtige geheugen lagen opgeslagen („Ik denk in citaten”).
adicionado por sneuper | editarNRC, Pieter Steinz (Dec 14, 2007)
 
Den spränglärde Alberto Manguel har skrivit en faktaspäckad bibliotekshistoria med poetiska och en del humoristiska och tragikomiska inslag. Om dock, som sagt, alltför välfylld
adicionado por andejons | editardagensbok.com, Eva Björnberg (Oct 26, 2007)
 
Manguels bok har den där sällsynta kombinationen av lätthet och tyngd, oväntade infall och uppfordrande eftertanke.
 

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Manguel, Albertoautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Allié, ManfredTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Eklöf, MargaretaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Heuvelmans, TonTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kempf-Allié, GabrieleTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Le Boeuf, ChristineTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
Título original
Títulos alternativos
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Data da publicação original
Pessoas/Personagens
Lugares importantes
Eventos importantes
Filmes relacionados
Premiações
Epígrafe
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
In the sixteenth century, the Ottoman poet Adbullatif Celebi, better known as Latifi, called each of the books in his library "a true and loving friend who drives away all cares."
Dedicatória
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
This book is for Craig.
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
The library in which I have at long last collected my books began life as a barn sometime in the fifteenth century, perched on a small hill south of the Loire.
Citações
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
If a library is a mirror of the universe, then a catalogue is a mirror of that mirror.
Writing about the librarian's action [hiding the books], Borzykowski remarked that it was carried out "without any consideration as to whether anyone would ever need the saved books": it was an act of rescuing memory per se. The universe, the ancient cabbalists believed, is not contingent on our reading it; only on the possibility of our reading it.
In order for these nightly imaginations to flourish, I must allow my other senses to awaken—to see and touch the pages, to hear the crinkle and the rustle of the paper and the fearful crack of the spine, to smell the wood of the shelves, the musky perfume of the leather bindings, the acrid scent of my yellowing pocket books. Then I can sleep.
"...the Library of Congress's catalogues...include such curious categories as:
~ banana research
~ bat binding
~ boots and shoes in art
~ chickens in religion and folklore
~ sewage: collected works
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Idioma original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
CDD/MDS canônico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Inspired by the process of creating a library for his home near the Loire, in France, Alberto Manguel, writer on books and reading, has taken up the subject of libraries. "Libraries have always seemed to me pleasantly mad places, and for as long as I can remember I've been seduced by their labyrinthine logic." In this personal, deliberately unsystematic, and wide-ranging book, he offers a meditation on the meaning of libraries. Manguel, a guide of irrepressible enthusiasm, conducts a unique library tour that extends from his childhood bookshelves to the Internet, from Ancient Egypt and Greece to the Arab world, from China and Rome to Google. He ponders the personal libraries of Charles Dickens, Jorge Luis Borges, and others. He recounts stories of people who have struggled against tyranny to preserve freedom of thought, oral "memory libraries" kept alive by prisoners, libraries of banned books, and the library of books never written.--From publisher description.

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Resumo em haiku

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Yale University Press

2 edições deste livro foram publicadas por Yale University Press.

Edições: 0300139144, 0300151306

 

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