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The Empress of Ireland

de Christopher Robbins

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Welcome to the Magical World of Brian Desmond Hurst... Christopher Robbins first met Brian Desmond Hurst when he was hired to write the screenplay for the ageing director's swansong. A great raconteur, Brian Desmond Hurst captured the young writer's imagination during their adventures in London, Ireland, Malta and North Africa. The stories of a Belfast childhood, service in Gallipoli during the First World War and a long film career were told by a master. Aware that he had met the last of a grand and vanishing breed, the author was forever changed by the old director's wit, wickedness, Celtic charm and vast appetite for life. Very funny and genuinely moving, THE EMPRESS OF IRELAND is an inspiring portrait of a true original and Great Spirit - and a rare account of a unique and eccentric friendship.… (mais)
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A very amusing and humane memoir of Brian Desmond Hurst, who in his time was a well regarded Irish film director, although in early 1970’s London when the author first met Brian, he was in his late seventies.
Nearly half way through the book Christopher Robbins records his suggestion that Brian write his memoirs, but much later (2004) performed this in what reads like an act of fond remembrance, as he puts it:
I knew even then that together they pictured a vanished and more elegant world but at the time saw them at the time as little more than well-spun yarns.
Now I realize their true worth. Brian told stories as a way to process life, to parcel up the pain, order the chaos and confusion, and endow the pointless with meaning. Experience was held on to and made valuable by transmutation into anecdote, preferably amusing. Brian put at least as much effort into the story of his life as he did his life’s work of film.

In reading this book, I initially enjoyed the rakishly flamboyant anecdotes of decadent Tangiers and the criminal Big Freddy, before appreciating the overall story making arc of Brian’s life, including his recollections of Gallipoli in the First World War.

I read the, as ever, elegantly produced Slightly Foxed edition. ( )
  CarltonC | Aug 14, 2020 |
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Epígrafe
Dedicatória
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For Mary Agnes,
and in memory of John, my big brother
Primeiras palavras
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It was lunchtime on a dark, drizzling winter's day in the early 1970s when I first entered the magical world of Brian Desmond Hurst.
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Welcome to the Magical World of Brian Desmond Hurst... Christopher Robbins first met Brian Desmond Hurst when he was hired to write the screenplay for the ageing director's swansong. A great raconteur, Brian Desmond Hurst captured the young writer's imagination during their adventures in London, Ireland, Malta and North Africa. The stories of a Belfast childhood, service in Gallipoli during the First World War and a long film career were told by a master. Aware that he had met the last of a grand and vanishing breed, the author was forever changed by the old director's wit, wickedness, Celtic charm and vast appetite for life. Very funny and genuinely moving, THE EMPRESS OF IRELAND is an inspiring portrait of a true original and Great Spirit - and a rare account of a unique and eccentric friendship.

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