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Koba the Dread: Laughter and the Twenty…
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Koba the Dread: Laughter and the Twenty Million (original: 2002; edição: 2003)

de Martin Amis (Autor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
6061128,886 (3.67)24
Koba the Dread is the successor to Martin Amis's celebrated memoir, Experience. It is largely political (while remaining personal). It addresses itself to the central lacuna of twentieth-century thought: the indulgence of communism by intellectuals of the West. In between the personal beginning and the personal ending, Amis gives us perhaps the best one hundred pages ever written about Stalin: Koba the Dread, Iosif the Terrible. The author's father, Kingsley Amis, though later reactionary in tendency, was 'a Comintern dogsbody' (as he would come to put it) from 1941 to 1956. His second-closest, and then his closest friend (after the death of the poet Philip Larkin), was Robert Conquest, a leading Sovietologist, whose book of 1968, The Great Terror, was second only to Solzhenitsyn's The Gulag Archipelago in undermining the USSR. Amis's remarkable memoir explores these connections. Stalin said that the death of one person was tragic, the death of a million a mere 'statistic'. Koba the Dread, during whose course the author absorbs a particular, a familial death, is a rebuttal of Stalin's aphorism.… (mais)
Membro:comptron
Título:Koba the Dread: Laughter and the Twenty Million
Autores:Martin Amis (Autor)
Informação:Vintage (2003), Edition: 1st, 336 pages
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

Koba the Dread: Laughter and the Twenty Million de Martin Amis (2002)

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Mostrando 1-5 de 11 (seguinte | mostrar todas)
Amis is an excellent writer in fiction, history and politics.Stalin makes
Hitler smaller than an ant. Never see Russia the same after this.
Helps explain the Russian mindset. ( )
  PaulRx04 | Apr 15, 2016 |
Es una rara novela mezclada con aspectos personales y recuerdos intimos, escrito con esa gracia e ironía tìpica inglesa, pero no agrega nada al tema propio de las muertes y genocidios de la revolución rusa. Y a veces cambia tan de tono que no se entiende, y de la ironía pasa a algunas reflexiones íntimas que mejor serían qe queden fuera ( )
  gneoflavio | Mar 1, 2016 |
It is difficult to say that I enjoyed Koba the Dread: Laughter and the Twenty Million by Martin Amis. There is too much brutality to enjoy the book. But it was most informative. I have never read nonfiction from Amis before though I am familiar with his novels. This books describes the brutality of the Communists, especially under Stalin though Lenin doesn't get off scot free. The holocaust pales compared to the brutal random killings of so many under the Communist leaders. It is frightening. They killed millions and millions but usually tortuned them for a long time before they died or were killed. However I can recommend the book. ( )
  SigmundFraud | Jan 13, 2015 |
Better Book Title: That Stalin Guy? Actually Kind of a Jerk. ( )
  annedp | May 30, 2013 |
wow. just. wow. It's almost as if after The Information Martin Amis disappeared and was replaced by some lamer version of himself. I don't know what this book is for -- it sorta extends his autobiography, Experience, and it sorta is a history lesson (but not really). I like it because people often forget that Stalin was a mass murderer worse than the Nazis. But he was quieter about it. But Amis doesn't do himself any favors by comparing his own child's cry to the sounds in a Russian prison. Really? Your baby sounds like it's suffering like that? Go feed it. ( )
  evanroskos | Mar 30, 2013 |
Mostrando 1-5 de 11 (seguinte | mostrar todas)
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Amis, Martinautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Schmitz, WernerÜbersetzerautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canônico
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Título original
Títulos alternativos
Data da publicação original
Pessoas/Personagens
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Lugares importantes
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Eventos importantes
Filmes relacionados
Premiações
Epígrafe
Dedicatória
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To Bob and Liddie - and to Clio
Primeiras palavras
Citações
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Famine belongs to the Communist tetrarchy—the other three elements being terror, slavery and, of course, failure, monotonous and incorrigible failure.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
CDD/MDS canônico
Koba the Dread is the successor to Martin Amis's celebrated memoir, Experience. It is largely political (while remaining personal). It addresses itself to the central lacuna of twentieth-century thought: the indulgence of communism by intellectuals of the West. In between the personal beginning and the personal ending, Amis gives us perhaps the best one hundred pages ever written about Stalin: Koba the Dread, Iosif the Terrible. The author's father, Kingsley Amis, though later reactionary in tendency, was 'a Comintern dogsbody' (as he would come to put it) from 1941 to 1956. His second-closest, and then his closest friend (after the death of the poet Philip Larkin), was Robert Conquest, a leading Sovietologist, whose book of 1968, The Great Terror, was second only to Solzhenitsyn's The Gulag Archipelago in undermining the USSR. Amis's remarkable memoir explores these connections. Stalin said that the death of one person was tragic, the death of a million a mere 'statistic'. Koba the Dread, during whose course the author absorbs a particular, a familial death, is a rebuttal of Stalin's aphorism.

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