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The Hound of the Baskervilles: 150th…
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The Hound of the Baskervilles: 150th Anniversary Edition (Signet Classics) (original: 1902; edição: 2001)

de Sir Arthur Conan Doyle (Autor), Anne Perry (Posfácio)

Séries: Sherlock Holmes (5)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaConversas / Menções
12,423255370 (3.94)3 / 465
When Sir Charles Baskerville is found mysteriously dead in the grounds of Baskerville Hall, everyone remembers the legend of the monstrous creature that haunts the moor. The greatest detective in the world, Sherlock Holmes, knows there must be a more rational explanation -- but the difficulty lies in finding it before the hellhound finds him.An Accelerated Reader Title.… (mais)
Membro:mommaminium
Título:The Hound of the Baskervilles: 150th Anniversary Edition (Signet Classics)
Autores:Sir Arthur Conan Doyle (Autor)
Outros autores:Anne Perry (Posfácio)
Informação:Signet (2001), Edition: 100th Anniversary ed., 256 pages
Coleções:FulfilledBookEnds1
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Detalhes da Obra

The Hound of the Baskervilles de Arthur Conan Doyle (1902)

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CONAN DOYLE E A MALDIÇÃO DE SHERLOCK HOLMES

Por C. S. Soares

“Nenhuma maldição é suficientemente forte que não possa ser anulada pela prece e pelo arrependimento.” No romance O cão dos Baskervilles, de 1902, é assim que o Dr. Mortimer inicia, para um resignado e cético Sherlock Holmes, a narração da origem da maldição que persegue, há gerações, o clã dos Baskerville.

Sherlock Holmes, o mais famoso detetive da literatura foi criado pelo médico e escritor escocês Arthur Ignatius Conan Doyle. O personagem, um investigador do final do século XIX e início do século XX, que representa a própria personificação do pensamento lógico científico de uma época, também se tornaria uma espécie de “maldição” para seu criador, a tal ponto de Conan Doyle, assombrado, perseguido, chegar à tentativa de livrar-se de seu personagem. Sherlock Holmes se tornaria um paradoxo na própria história pessoal de Conan Doyle.

Criador e criatura se questionariam em relação à própria lógica do mundo (real ou fictício?) “ilógico” que os cercava: o que levaria Sir Arthur Conan Doyle, criador de um dos mais famosos personagens de todos os tempos (pelo brilhante uso do método científico e da lógica dedutiva na resolução dos seus mistérios), anos mais tarde, a torna-se um dos mais eloqüentes defensores da existência de seres elementais (fadas, gnomos, etc.) e a demonstrar um grande interesse em fenômenos paranormais?

Arthur Ignatius Conan Doyle nasce em 22 de maio de 1859, na cidade de Edimburgo, Escócia, filho de pais irlandeses, Charles Altamont Doyle e Mary Doyle. Educado por jesuítas, mais tarde rejeitaria sua educação cristã tornando-se agnóstico. Em 1881, forma-se em medicina pela Universidade de Edimburgo, onde, no ano de 1885, também obteria um doutorado. A prática da profissão, entretanto, não lhe é suficiente ao espírito criativo. Passa, nesse período, paralelamente à tentativa de estabelecer-se como médico, a desenvolver-se na arte de escrever histórias.

Seu primeiro trabalho significativo aparece publicado no Beeton’s Christmas Annual, no natal de 1887. Um estudo em vermelho marca também a primeira aparição do seu mais famoso personagem, o detetive vitoriano Sherlock Holmes.

Anos mais tarde, confessaria que sua grande fonte de inspiração para a construção da personalidade e até as características físicas do seu personagem fora um antigo professor da Universidade de Edimburgo, Doutor Joseph Bell (1837-1911), notável por seus métodos incríveis de dedução. Conta-se que a inspiração já havia sido percebida pelo escritor Rudyard Kipling (1865-1936), prêmio Nobel de Literatura em 1907, autor de O Livro da Selva, que certa vez teria perguntado a Conan Doyle, se o detetive não teria sido inspirado em seu amigo, Doutor Joe (Joseph Bell). Talvez, o mais correto seja observar que muito mais forte em Sherlock Holmes é a influência de um outro famoso detetive da Literatura mundial, C. Auguste Dupin, criado por Edgar Alan Poe.

Em 1885, Conan Doyle casa-se com Louise Hawkins. Da união, nascem Mary and Kingsley. Doente de tuberculose, Louise morre em 1906. No ano seguinte, Conan Doyle casa-se com Jean Leckie, com quem teria mais 3 filhos: Jean, Denis and Adrian.

Atormentado pelo personagem detetive que parece tornar-se mais presente e forte que seu próprio criador, em dezembro de 1893 Conan Doyle resolve, drasticamente, matar Sherlock Holmes, no livro As memórias de Sherlock Holmes. Sua intenção é dedicar-se apenas aos seus romances históricos. No caso O problema final ocorre o inevitável confronto entre Sherlock Holmes e seu maior inimigo, o Professor James Moriarty, resultando numa trágica queda de ambos das Cataratas Reichenbach, Suíça.

Em 1902, é publicado o romance O cão dos Baskervilles, narrado como sendo um caso antigo do detetive “ainda morto” Sherlock Holmes. Terceiro romance de Sir Arthur Conan Doyle, O cão dos Baskervilles é considerado pelos fãs uma das melhores aventuras do detetive de Baker Street (O endereço de Sherlock Holmes, 221B Baker Street, em Londres, se tornaria uma das ruas mais famosas da Literatura mundial).

Originalmente, havia sido publicado, em partes, entre os meses de agosto e 1901 e abril de 1902, na Strand Magazine (popular veículo de publicação de autores de ficção como Graham Greene, Agatha Christie, Rudyard Kipling, G.K.Chesterton, Leo Tolstoy, Georges Simenon e, claro, Sir Arthur Conan Doyle). O romance trás uma história em que se misturam elementos de suspense, mistério e sobrenatural. Em um pântano próximo à Mansão Baskerville, a maldição de um cão sobrenatural espalha medo e morte há gerações dos Baskerville. Após a morte de Charles Baskerville, o detetive Sherlock Holmes e seu fiel ajudante doutor Watson, partem para a Mansão dos Baskerville na tentativa de resolver o misterioso e aterrorizante caso.

Há anos, os fãs de Sherlock Holmes, exigiam novas aventuras do detetive. Para surpresa de Conan Doyle, uma revolta tomou conta de seus leitores e fãs de Sherlock Holmes mundo afora que não se conformavam com a “morte” do detetive. Conan Doyle é obrigado a reconsiderar sua decisão e ressuscita o personagem no caso A casa vazia, do livro A volta de Sherlock Holmes, de 1903. A fama da personagem superava o do seu criador.

A morte de sua primeira esposa Louise, em 1906, de seu filho Kingsley, seu irmão, dois cunhados e dois sobrinhos na Primeira Guerra Mundial, tornam Conan Doyle um sujeito depressivo. Encontra algum conforto no Espiritismo, doutrina da qual torna-se um dos principais defensores. O seu interesse e envolvimento com o Espiritismo é tão forte que, em 1926, escreve o romance A terra das brumas (The land of mist), centrado em outro personagem famoso, o professor Challenger (que havia aparecido no romance O mundo perdido), para descrever sua crença na vida após a morte.

Conan Doyle escreve também diversos romances históricos, uma história sobre a Guerra dos Bôeres (conflito entre Reino Unido e a população bôer descendente de colonizadores holandeses no nordeste da África do Sul), em que participou como médico. Recebe o titulo de “Sir” em 1902. Nos seus últimos anos entrega-se plenamente ao estudo do espiritualismo. Como Presidente de Honra da Federação Espírita Internacional empreende o estudo e publica a História do Espiritismo, a partir do célebre vidente Emanuel Swedenborg, relatando episódios provocados pelo Espiritismo na Europa e na América.

Morre em 7 de julho de 1930, aos 71 anos, após sofrer um ataque cardíaco. “Você é maravilhosa” foram suas últimas palavras, dirigidas a sua esposa. Seus restos mortais encontram-se sepultados nos jardins da igreja de Minstead, em New Forest, Hampshire, Inglaterra. Sherlock Holmes, o detetive de Conan Doyle, ainda vive, imortalizando a memória de seu criador.
  sd8thenovel | Oct 10, 2009 |

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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Doyle, Arthur Conanautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Auld, WilliamTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bawden, EdwardIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
BrugueraEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Case, DavidNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Cumberbatch, BenedictIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Davies, David IanNarratorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Erné, NinoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kankaanpää, JaakkoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Martinez, SergioIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Mosley, FrancisIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Nordberg, NilsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Nordberg, NilsIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Paget, SidneyIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pendleton, DonIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Penzler, OttoIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Perry, AnnePosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Prebble, SimonNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Robson, W. W.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sánchez Sanz, RamiroTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Timson, DavidNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Tull, PatrickNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vast, Joséphineautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vestdijk, SimonTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Weilin, YrjöTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Está contido em

É reescrito em

Has the (non-series) sequel

Tem a adaptação

É resumida em

É expandida em

É parodiada em

Tem como guia de referência/texto acompanhante

Tem como estudo

Has as a commentary on the text

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Epígrafe
Dedicatória
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This story owes its inception to my friend, Mr Fletcher Robinson, who has helped me both in the general plot and in the local details
Primeiras palavras
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Mr. Sherlock Holmes, who was usually very late in the mornings, save upon those not infrequent occasions when he was up all night, was seated at the breakfast table.
Citações
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A long, low moan, indescribably sad, swept over the moor. It filled the whole air, and yet it was impossible to say whence it came. From a dull murmur it swelled into a deep roar, and then sank back into a melancholy, throbbing murmur once again. Stapleton looked at me with a curious expression in his face.

"Queer place, the moor!" said he.
A long, low moan, indescribably sad, swept over the moor. It filled the whole air, and yet it was impossible to say whence it came. From a dull murmur it swelled into a deep roar, and then sank back into a melancholy, throbbing murmur once again. Stapleton looked at me with a curious expression in his face.

"Queer place, the moor!" said he.
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
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This is the main work for The Hound of the Baskervilles. Please do not combine it with any abridgement, adaptation, omnibus containing additional works, etc.
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

When Sir Charles Baskerville is found mysteriously dead in the grounds of Baskerville Hall, everyone remembers the legend of the monstrous creature that haunts the moor. The greatest detective in the world, Sherlock Holmes, knows there must be a more rational explanation -- but the difficulty lies in finding it before the hellhound finds him.An Accelerated Reader Title.

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Biblioteca Histórica: Arthur Conan Doyle

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Penguin Australia

6 edições deste livro foram publicadas por Penguin Australia.

Edições: 0451528018, 014043786X, 0141034327, 0141195223, 0241952875, 0141199172

Candlewick Press

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Tantor Media

3 edições deste livro foram publicadas por Tantor Media.

Edições: 1400102650, 1400108977, 1400115159

Urban Romantics

2 edições deste livro foram publicadas por Urban Romantics.

Edições: 1909175021, 190917503X

Recorded Books

Uma edição deste livro foi publicada pela Recorded Books.

» Página Web de informação sobre a editora

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