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Doctor Faustus de Christopher Marlowe
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Doctor Faustus (original: 1594; edição: 2001)

de Christopher Marlowe

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
4,437661,998 (3.74)212
Renaissance England's great tragedy of intellectual overreaching is as relevant and unsettling today as it was when first performed at the end of the sixteenth century.
Membro:TV-HS
Título:Doctor Faustus
Autores:Christopher Marlowe
Informação:New York : Signet Classic, c2001.
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

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Doctor Faustus de Christopher Marlowe (1594)

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La verdad es que ya la introducción me dejó enganchado. Por un lado, la historia del autor, que además de ser el primer dramaturgo decente de las letras inglesas, fue agente secreto, murió en circunstancias más que sospechosas e incluso hay quien cree que, de algún modo, él y Shakespeare eran la misma persona. Por otro lado, el protagonista, que fue un personaje real, un charlatán alemán de finales del siglo XV pero cuya historia se hizo popular poco después y llegó a manos de Marlowe, quien hizo con esta obra la primera versión memorable de lo que habría de convertirse en uno de los mitos occidentales. Ya digo que solo por saber eso, que confieso no lo sabía, ya merece la pena.

Luego, el texto en sí está francamente bien. Como es propio de la época, tienes que echarle mucha imaginación, pero no deja de ser interesante ver a un Fausto que, efectivamente, ya ha pasado de embaucador a sabio de verdad, pero un sabio pero con muchas ganas de cachondeo y nada enamorado. Solo aparece por allí una mujer, el espectro de Helena de Troya, y el buen "doctor" se limita a pedir a Mefistófeles pasársela por la piedra. El resto del tiempo se dedica a fastidiar al Papa y a demás eclesiásticos y a poner cuernos (no metafóricos, sino literales) a diestro y siniestro. Hasta se gana la admiración nada menos que de Carlos V. Y, al final, se lo llevan los demonios, también literalmente. Mucho más entretenido de lo que cabía esperar. ( )
  caflores | Sep 3, 2021 |
classic tale of selling one's soul to the devil
  ritaer | Jun 4, 2021 |
Brucerò i miei libri! Non impressioni il lettore il titolo di questo post. L'ho avuto in bozza per diverso tempo, non sapendo bene come affrontare un tema per me molto importante. Avevo bisogno della giusta ispirazione per scriverci su quello che penso. Adesso che ho avuto la possibilità di mettere ordine nella mia biblioteca, trasferendo i miei libri dagli scaffali cartacei a quelli digitali, credo di poter riprendere il tema di questo discorso.

Sono molti i miei libri, quasi cinquemila, forse troppi, forse pochi, dipende da chi li ama, li colleziona, li conta e magari trova anche il tempo, la forza e l'intelletto per leggerli. Lecito chiedersi a che serve collezionare tanti libri, per i molti anni vissuti, tramandati da padre in figlio, da nonno a nipote. Poi, per uno scherzo del destino o magari del diavolo, è proprio il caso di dirlo, ti capita tra le mani un libro che hai letto tanto tempo fa, facendolo studiare anche a chi forse non era ancora pronto a a leggerlo e comprenderlo.

Mi riferisco alla "Tragica Storia della Vita e Morte del Dottor Faust" scritta in forma tragica e poetica da quel poeta bandito e straordinario avventuriero che fu Christopher Marlowe. Il dramma narra la storia di Faust, uno studioso così avido di sapere da non accontentarsi del sapere accademico, della medicina e della teologia, avventurandosi nel campo della magia nera. E siccome la ricerca autonoma e libera della verità (la filosofia o la scienza) era stata da sempre in contraddizione con la teologia dogmatica, che invece reclama obbedienza (si pensi ad Adamo, ad Icaro o a Prometeo), Faust assume le sembianze di un negromante, perché poco più che stregoni venivano visti gli scienziati ed i filosofi della natura nell'epoca dei conflitti religiosi in Europa.

Dopo aver compiuto un'invocazione nel suo studio, gli appare il diavolo Mefistofele con il quale stipula un patto: Faust avrà la conoscenza ed i servizi del servo di Lucifero per 24 anni, dopo i quali il diavolo avrà la sua anima. A questo punto, Faust prova un momento di liberazione che assomiglia ad un desiderio sconfinato d'onnipotenza. Tuttavia, sebbene egli faccia grandi progetti per il proprio immediato futuro, e sebbene sogni di utilizzare le abilità acquisite per ottenere potere e gloria, riesce solo a compiere piccoli atti di bassa levatura.

Durante tutta l'opera, Faust viene continuamente consigliato da due angeli, uno buono e uno malvagio, simboleggianti i due lati della natura umana. Nell'ultima ora della sua esistenza, Faust dà vita al famoso soliloquio, nel quale l'opera raggiunge un altissimo livello di poesia. Questo brano l'ho proposto per anni a tanti miei giovani studenti illudendomi di trasmettere loro non solo l'importanza della conoscenza della lingua inglese, mio obiettivo primario al tempo, ma anche la passione per la lettura e la conoscenza.

Ecco, "leggere" significa "conoscere", l'ho imparato a spese mie col tempo. Oggi, che scopro di avere accumulato una notevole quantità sia di letture che di tempo, avverto, come Faust, questo grave peso che diventa sempre più un fardello. I libri sono tanti, almeno i miei. Infiniti sono quelli scritti dagli altri, nel corso dei secoli. Chissà quanti ne dovrei ancora leggere, che non ho letto e che non potrei mai farlo.

E allora, rileggo questo brano della "dannazione" e mi chiedo se non arriverò anche io a imprecare come il dottor Faust: "brucerò i miei libri!". Intendiamoci, non ho fatto nessun patto con nessuno, e non intendo farne. Potrei liquidare il tutto consolandomi con Qohelet il quale, oltre tremila anni fa chiudeva il suo canto lamentandosi che si scrivevano troppi libri e che tutto era "nebbia", ma non risolverei il problema.
  AntonioGallo | May 30, 2021 |
LOVE THIS PLAY. ( )
  askannakarenina | Sep 16, 2020 |
LOVE THIS PLAY. ( )
  askannakarenina | Sep 16, 2020 |
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Nome do autorFunçãoTipo de autorObra?Status
Christopher Marloweautor principaltodas as ediçõescalculado
Birde, WilliamAutorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Rowley, SamuelAutorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Bevington, DavidEditorautor secundáriotodas as ediçõesconfirmado
Barnet, SylvanEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bevington, DavidEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Birde, WilliamAutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dürer, AlbrechtArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kocher, Paul H.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kowalski, JakobTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lunt, R. G.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rowley, SamuelAutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Seebass, AdolfTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zarate, OscarIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Chorus: Not marching now in fields of Thrasymene where Mars did mate the Carthafinians, nor sporting in the dalliance of love in courts of kings where state is overturned, nor in the pomp of proud audacious deeds intends our Muse to vaunt his heavenly verse: Only this, Gentlemen, we must perform, the form of Faustus' fortunes good or bad.
Citações
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Faustus: Was this the face that launched a thousand ships
And burnt the topless towers of Ilium?
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
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Not to be confused with the novel by Thomas Mann.
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
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CDD/MDS canônico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Renaissance England's great tragedy of intellectual overreaching is as relevant and unsettling today as it was when first performed at the end of the sixteenth century.

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