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Het huis waar jij van hield de Tatiana de…
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Het huis waar jij van hield (2011)

de Tatiana de Rosnay, Alice Teekman (Tradutor)

MembrosResenhasPopularidadeAvaliação médiaMenções
7424323,210 (3.17)32
Determined to protect her historical family home from Emperor Napoleon's orders to renovate 1860s Paris, Rose Bazelet establishes a defense in the basement of her house on rue Childebert and records her experiences in letters to her late husband.
Membro:Arenda17
Título:Het huis waar jij van hield
Autores:Tatiana de Rosnay
Outros autores:Alice Teekman (Tradutor)
Informação:Artemis
Coleções:Sua biblioteca
Avaliação:**
Etiquetas:x-2012, library, read

Detalhes da Obra

The House I Loved de Tatiana de Rosnay (2011)

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Mostrando 1-5 de 43 (seguinte | mostrar todas)
2.5/5 ( )
  jocelynelise_ | Aug 10, 2020 |
Une vision intéressante des transformations de Paris par le baron Haussmann.
Donné
  Danielec | Apr 19, 2020 |
Readers who were enthralled by de Rosnay's excellent and heartbreaking 'Sarah's Key' are in for a letdown by this turgid, motionless tale of an elderly widow who refuses to leave her Paris home, even though it is scheduled for demolition in the city-wide renovation program of the mid-1800s.

Rose Bazelet spends her time writing apologetic letters to her late husband, and re-reading letters he and others have written to her. She alludes many times to the secret she cannot yet reveal, but most readers will have figured out what's going on long before it's spelled out. Waiting for that revelation is a tedious exercise, ameliorated only by the fact that the story itself is rather short, padded out to novel length by a physical design that's heavy on white space to make it appear more substantial than it really is.

One could, I suppose, draw an analogy between the destruction of Rose's home and the ending of the genteel society through which she moved. But that would require one to be concerned about the main character -- a task rendered virtually impossible by the lack of real character development and the unending flow of minutiae the covers the pages. ( )
  LyndaInOregon | Feb 17, 2019 |
Two stars for exploring, again, a seldom discussed episode in the history of Paris. I would remove one star for tiresome writing devices (letters, blatant foreshadowing, inane dialogue) but I reserve 1-star reviews for truly horrendous/waste of trees/someone should be fired- books. ( )
  Rdra1962 | Aug 1, 2018 |
Ummmmm...I love this author and her book Sarah's Key simply tore my heart out. So Ok, this one? Not so much. A nice story. An elderly widow refuses to leave her home even tho it's been decided that her neighborhood is set to be torn down for 'progress'. I would say unrealistic but who knows unless you lived thru the times. " Writers know how to reach out and pluck us out of ordinary life and send us careening into another world we have not even fathomed." True. But this one is somewhat unfathomable. ( )
  lineells | Feb 12, 2018 |
Mostrando 1-5 de 43 (seguinte | mostrar todas)
. . . one gets the clear sense of a woman losing her place in a changing world, but this isn’t enough to make up for a weak narrative hung entirely on the eventual reveal of a long-buried secret.
adicionado por Nickelini | editarPublishers Weekly (Dec 12, 2012)
 
Can a novel make us nostalgic for a place we’ve never been? With her third English-language release, an uncomplicated story brimming with homespun details, Tatiana de Rosnay presents a convincing case. Nearly every sentence evokes the appeal of mid-19th-century Paris, the city she clearly loves, and her empathy for the citizens whose homes and dreams were obliterated by the march of progress.
adicionado por Nickelini | editarthe Globe and Mail, Sarah Johnson (Mar 9, 2012)
 
De Rosnay’s delicacy and the flavor of her beloved Paris are everywhere in this brief but memorable book.

Replete with treats, particularly for Paris-lovers—indeed for anyone wedded to a special place.
adicionado por Nickelini | editarKirkus Reviews (Dec 29, 2011)
 
París, década de 1860. La ciudad está en pleno proceso de cambio, abandonando el París medieval para dar paso al París moderno y urbano. El barón Haussmann, prefecto de la ciudad, por encargo del emperador Napoleón III llevará a cabo las grandes ideas y estrategias de esta radical reforma.

Cuando Rose se casó con Armand Bazelet sabía que se unía al hombre de su vida. Su larga unión fue algo hermoso e inquebrantable. Pero hace diez años que Armand ya no está. Y a Rose tan solo le queda la casa, la casa donde nació Armand, y su padre, y el padre de su padre. La casa de la calle Childebert, antigua y robusta, solo habitada por generaciones de Bazelet, que ha albergado mucha felicidad y también tristezas, y un terrible secreto jamás confesado. Y le quedan sus vecinos, entre ellos la joven Alexandrine, capaz de aturdir y reavivar a Rose con su fuerte personalidad, sus maneras modernas y rotundas y su sincero afecto.
Por eso, cuando una carta con remite “Prefectura de París. Ayuntamiento” le anuncia que su casa y todas las de la calle serán expropiadas y derribadas para continuar la prolongación del bulevar Saint-Germain, siguiendo los planes de remodelación de la ciudad de París del barón Haussmann, Rose solo sabe una cosa: tal como prometió a su marido, jamás abandonará la casa.

Con el telón de fondo de la convulsa Francia del siglo XIX, Tatiana de Rosnay desarrolla un delicioso y conmovedor retrato de un mundo que ya no existe, de calles a la medida del hombre que albergan a personas que se relacionan, que desempeñan sus oficios unos cerca de otros, que se enfrentan y que se apoyan. Un libro inestimable que hace reflexionar sobre lo que la modernidad, en su necesario avance de progreso y mejoras, arrolla y relega al olvido. Poco estaremos avanzando si, en el camino, ignoramos el alma de las cosas.

adicionado por LilianaL | editarLibros Epub
 
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Epígrafe
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Paris slashed with saber cuts, its veins opened.

--Émile Zola, The Kill, 1871
The old Paris is no more (the shape of a city changes faster, alas! than the human heart).

--Charles Baudelaire, "The Swan," 1861
I wish for all this to be marked on my body when I am dead. I believe in such cartography -- to be marked by nature, not just to label ourselves on a map like the names of rich men and women on buildings.

--Michael Ondaatje, The English Patient
Dedicatória
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This is for my mother, Stella,

and for my House Man: NJ
Primeiras palavras
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My beloved, I can hear them coming up our street.
Citações
Últimas palavras
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(Clique para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Aviso de desambiguação
Editores da Publicação
Autores Resenhistas (normalmente na contracapa do livro)
Idioma original
CDD/MDS canônico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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Determined to protect her historical family home from Emperor Napoleon's orders to renovate 1860s Paris, Rose Bazelet establishes a defense in the basement of her house on rue Childebert and records her experiences in letters to her late husband.

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Resumo em haiku

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