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Loading... Mãos de Cavalode Daniel Galera
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(Eduardo Veras, Zero Hora)
"Em hábil trama, a ecoar tensão emocional com frases curtas, incisivas e pouco adjetivadas, produzindo reverberações infinitas de uma mesma matriz, Galera monta o duelo de um homem com seu medo. É o medo que favorece as construções prismáticas, fazendo com que a obra avance à medida que se voltam páginas. A obra, na verdade, acontece recuando."
(Fabrício Carpinejar, O Estado de São Paulo)
"Dividindo a obra em duas partes que caminham simultaneamente, Galera entrelaça, com rara habilidade, a narrativa memorialística sobre um grupo de adolescentes de Porto Alegre (...) com o relato de um dia na vida de Hermano, um médico de sucesso. E tudo isso é conduzido por uma prosa marcadamente individual, que diferencia o autor como um dos melhores contadores de história da nova geração."
(Beatriz Resende, Revista Veja)
"Como é bem dito na orelha do livro, nenhum trecho da narrativa é gratuito. Uma simples partida de videogame mostra-se como uma profunda experiência de formação de personalidade. A experiência do protagonista de ter vivido tudo isso começa a lhe mostrar qual caminho trilhar, ou melhor, como trilhar esse caminho; o que ele pode jogar fora e excluir de sua vida, concentrando-se no difícil desafio que é compreender quem ele realmente é. Apesar do tom pouco otimista, é uma visão de quem olha em direção a uma felicidade bem mais ampla e sólida."
(Renato Parada, Samjaquimsatva)
"O que se vê é o domínio de uma arte eficiente de narrar, que passa da leveza cômica e polifônica dos diálogos dos adolescentes subindo um pequeno morro ao lado do condomínio à expressão máxima de terror do parto da filha do protagonista."
(Rodrigo Barradas, UOL Diversão e Arte)